Florianópolis, 21/novembro/2008  
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Notícias
20/novembro/2008 - Azul é admitida em comitê de prevenção de acidentes

Durante a 50ª Sessão Plenária do Comitê Nacional de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CNPAA), ocorrida nos dias 6 e 7 de novembro, na sede do Centro Nacional de Prevenção e Investigação de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), em Brasília, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras foi aceita por unanimidade. A empresa entrou para a história por ser a primeira vez, em 26 anos, que uma empresa regular pediu e obteve o ingresso no comitê, antes mesmo do início das operações comerciais, previstas para o inicio do próximo mês. A empresa foi convidada a apresentar os valores e mínimos de gestão, apresentados pela Gerência de Segurança Operacional (Safety), assim como a funcionalidade de programas como Aviation Quality Database (AQD), Flight Operations Quality Assurance (FOQA) e Sistema de Resposta em Crises e Emergências, já estabelecidos antes mesmo do início dos vôos regulares. Fonte: Panrotas


20/novembro/2008 - TAM lança vôo diário para Orlando com festa em SP

Aconteceu em São Paulo, na última terça-feira, a festa de lançamento do vôo diário da empresa aérea TAM, entre as cidades São Paulo – Orlando, que começa suas operações no dia 21 de novembro. As viagens serão realizadas em um modelo Airbus 330, com saída de São Paulo às 11h30 e chegada em Orlando às 17h. O vôo de volta sai da cidade norte-americana às 18h50 e chega ao Brasil no início da manhã, às 6h35. Os passageiros que chegarem nesse horário vão ter opções para conectar-se à diversas cidades do país e da América Latina. A aeronave tem capacidade para 213 passageiros divididos em duas classes: executiva (42 passageiros) e econômica (171 passageiros), e promete à TAM boa rentabilidade. “É um sonho finalmente lançar essa freqüência depois de tanto tempo de preparação”, disse Klaus Kühnast, diretor de vendas da empresa aérea. Os estudos e negociações começaram por volta de março deste ano, quando o prefeito de Orlando esteve em São Paulo e se reuniu com diversas outras autoridades para discutir uma possível deficiência de viagens para a cidade conhecida como “meca do entretenimento”. “Hoje, todos sabemos que Orlando tem um potencial enorme para o mercado de negócios, eventos, compras, sem contar sua já notória tradição de parques e locais para lazer. Tem a segunda maior rede hoteleira dos Estados Unidos, ficando apenas atrás de Las Vegas, e tudo isso fez despontar a necessidade de um vôo diário para a cidade”, explica João Amaro, diretor da América Latina. O vice-presidente da TAM, Paulo Castello Branco, afirma ainda que “Orlando é o terceiro maior destino de brasileiros para os Estados Unidos, uma cidade em franco crescimento, com forte pólo tecnológico e potencial para mercado de negócios. Tudo isso nos fez perceber o interesse do trade em um vôo até lá”. E o interesse não parte apenas do Brasil, representantes do Orlando Convention & Visitors Bureau estiveram no evento para reforçar a importância da iniciativa da TAM, “e isso também ficou claro durante as negociações, motivando ainda mais o lançamento”, justifica Castello Branco. Para Jay Santos, vice-presidente do marketing internacional do Orlando CVB, “todos ganham com esse vôo direto, já que havia sim uma deficiência de viagens São Paulo – Orlando. É uma relação mútua, sem dúvida”. O CVB da cidade promoveu um evento em outubro para reforçar o destino como possibilidade para negócios, eventos e, claro, o lazer. Se a crise econômica atingiu imediatamente outros setores de mercado, isso não é, ainda, uma preocupação para a TAM. “Estamos planejando e estudando as possibilidades para criar um vôo entre São Paulo e Orlando desde o começo desse ano, meados de março. A crise não alterou em nada nossos planos, até porque estamos em alta temporada até fevereiro e enquanto essa não acabar é difícil precisar o quanto a instabilidade financeira irá nos atingir, e atingir esse vôo, especificamente. Obviamente estamos observando o mercado com atenção e ainda pretendemos lançar outro vôo internacional no ano que vem”, declarou o presidente da TAM, David Barioni. Durante a apresentação, Kuhnast mostrou Orlando como a cidade americana que possui o quarto maior aeroporto do país, com conexão para outras 62 cidades non-stop, o que amplia as possibilidades dos passageiros que agora irão pegar o vôo. As tarifas estão definidas em US$ 908 para a classe econômica e US$ 4.683 para a classe executiva, que possui todas as vantagens de serviço e entretenimento de bordo de outros vôos da TAM. Fonte: Jornal de Turismo


20/novembro/2008 - Air New Zealand anuncia demissão de 200 funcionários

A Air New Zealand, maior companhia aérea neozelandesa, anunciou hoje que pretende demitir 200 funcionários contratados em período integral. Em comunicado enviado à Bolsa de Valores local, a companhia informou que a medida faz parte de um plano de corte de gastos que deve atingir a meta de US$ 11 milhões. Rob Fyfe, chefe-executivo da Air New Zealand, declarou que a companhia tem trabalhado intensamente no desenvolvimento de medidas para reduzir os excessos, tendo em vista que o desaquecimento econômico mundial tem impactado negativamente sobre a demanda do segmento. Fonte: Redação - InvestNews


20/novembro/2008 - Azul terá "classe Jobim" e começa a vender passagens em 10 dias

A Azul, nova companhia aérea brasileira, começa a vender passagens em dez dias para as suas primeiras rotas a partir do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e irá prestar uma homenagem ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, ao criar a "classe Jobim" em suas aeronaves, revelou há pouco o presidente do Conselho de Administração da empresa, David Neeleman. "Serão os primeiros 18 lugares da frente, com poltronas mais espaçosas, como o ministro pediu", disse o empresário, numa referência às críticas de Jobim ao conforto das aeronaves que operam no País. Neeleman, que está em Ribeirão Preto (SP) para uma palestra a empresários locais, evitou detalhar os preços das passagens da companhia e revelou apenas que a rota Campinas-Salvador (BA) terá passagens por menos que os R$ 218 gastos por trecho para a viagem de ônibus. "Em alguns dias e horários teremos mais da metade dos lugares com esses preços promocionais, em outros, menos lugares", disse. Já na rota Campinas-Curitiba (PR), o preço será superior aos R$ 65 da passagem rodoviária por trecho. O presidente do Conselho da Azul anunciou ainda que irá haver uma segmentação nos preços das passagens de acordo com o período que elas forem adquiridas, ou seja, os bilhetes serão mais baratos se comprados com maior antecedência que os adquiridos às vésperas da viagem. O empresário revelou também que para atrair viajantes da capital paulista para viagens a partir de Viracopos, a Azul irá criar uma linha de ônibus com freqüência horária a partir de um ponto próximo à saída para a rodovia Castelo Branco e ao entroncamento das marginais Tietê e Pinheiros. Com isso, segundo Neeleman, a empresa espera buscar o passageiro paulistano que teria de se descolar até o aeroporto de Guarulhos (SP) e que gastaria mais tempo que para Campinas. "A tarifa desses ônibus deve custar entre R$ 10 e R$ 20 e o passageiro poderá fazer o check-in no próprio veículo", explicou. Neeleman admitiu ter planos para operar em Ribeirão Preto, mas mencionou apenas uma rota futura a partir do Rio de Janeiro, caso a companhia consiga operar no aeroporto Santos Dumont. No entanto, o empresário afirmou que o potencial do eixo entre Ribeirão Preto e Campinas é grande para a aviação regional. "São 5 milhões de pessoas que quase não têm serviços aéreos e que querem viajar", concluiu. A Azul começa a operar no próximo dia 15 de dezembro com vôos de Campinas para Curitiba, Salvador, Porto Alegre (RS) e Vitória (ES). A empresa pediu cinco freqüências diárias para as rotas Campinas-Porto Alegre e Campinas-Salvador e aguada apenas a aprovação dos horários de trânsito para o início da venda das passagens para os cinco primeiros jatos Embraer, dois do modelo 190 e três do 195. Assim que receber um terceiro 190, previsto para o início de janeiro, a empresa deve iniciar os vôos Campinas-Curitiba e Campinas-Vitória, com quatro freqüências diárias cada. Fonte: Portal RPC


19/novembro/2008 - Pilotos britânicos ameaçam greve por causa de carteira de identidade

Os pilotos das companhias aéreas britânicas ameaçam entrar em greve em protesto contra a decisão de transformar o pessoal aéreo no primeiro a receber as polêmicas carteiras de identidade que o Governo trabalhista quer introduzir no Reino Unido. A Associação de Pilotos de Companhias Aéreas Britânicas, que representa 10 mil pilotos e engenheiros de vôo, se nega a transformar seus membros em "porquinhos-da-índia" desse projeto, que desperta uma forte oposição no Reino Unido, informou hoje o jornal "The Independent". O Ministério do Interior afirma que as carteiras de identidade servirão para melhorar a segurança nos aeroportos britânicos, e facilitarão a concessão de permissões de trabalho a seus titulares. O Governo publicará nesta sexta-feira uma norma que obrigará o pessoal de vôo que trabalha nos aeroportos de Manchester e London City a aceitar as carteiras de identidade como condição para receber passes de segurança. A partir de 2010, as autoridades querem introduzir as carteiras de identidade para todos os jovens britânicos. O secretário-geral da Associação de Pilotos de Companhias Aéreas Britânicas, Jim McAuslan, anunciou que entrará em contato com os membros desse sindicato sobra a possibilidade de entrar em greve caso o Governo insista em levar seu projeto adiante. "Pode ser que optemos pela greve. Queremos que o Governo analise obrigatoriedade em seu projeto. No começo foi dito que as carteiras de identidade seriam voluntárias, mas parece que quem não a aceitar não obterá permissão para voar", disse McAuslan. A Associação Britânica de Transporte Aéreo, que representa as principais companhias aéreas do país, qualificou o plano do Governo como uma "duvidosa iniciativa de relações públicas que não apresenta benefícios reais". Fonte: EFE


19/novembro/2008 - Confins apresenta recorde em movimento de cargas perecíveis

O Aeroporto Internacional de Confins - Tancredo Neves (MG), administrado pela Infraero, apresenta um recorde na movimentação de cargas perecíveis este ano: aumento de 65,26% de janeiro a outubro em relação ao mesmo período em 2007. Foram 286 toneladas até o décimo mês de 2008 contra 173 toneladas registradas nos dez primeiros meses de 2007. O resultado deve-se ao crescimento da importação de produtos farmacêuticos e kits de reagentes químicos. Outra contribuição para o recorde é o incremento dos vôos internacionais em Confins. O aeroporto agora dispõe de vôos com ligação direta com a Europa, Estados Unidos e Caribe. Segundo o gerente de Logística do aeroporto, Aguinaldo de Souza, o crescimento retrata a preferência das empresas em Minas Gerais pelo aeroporto na nacionalização de suas cargas. “Fomos obrigados a nos readequar à demanda com a locação de um contêiner refrigerado de 70 m³ para complementar nossa disponibilidade no terminal de cargas”, acrescenta Souza. Fonte : Jornal de Turismo


19/novembro/2008 - EasyJet: lucros caem e Stelios recusa-se a aprovar contas

A low cost britânica viu os seus lucros antes de impostos caírem 45%, até os 130,837 milhões de euros. O valor diz respeito ao período desde o início do ano até setembro. Durante o mesmo período, a easyJet viu o número de passageiros transportados aumentar 17,3%. Os resultados foram divulgados na última terça-feira, mas não foram aprovados pelo fundador e CEO Stelios Haji-Iannou. Em causa está o fato do dono do easyGroup - e detentor de 27% da easyJet - não concordar com algumas medidas relativas à aquisição da GB Airways. Por isso mesmo, Stelios redigiu uma carta que foi anexada aos resultados, onde mostrava a sua preocupação por causa de algumas medidas financeiras adotadas pela administração e que, segundo o fundador, estão em desacordo com as “realidades comerciais e com o clima macro-económico”. “As suas implicações só se tornaram obvias para mim este ano por causa da aquisição da GB Airways”, pode ainda ler-se no documento anexado aos resultados financeiros. Para este responsável, a administração foi excessivamente otimista sobre o valor dos slots de Gatwick, adquiridos quando da compra da GB. “Tendo em conta que muitas companhias aéreas já deixaram de operar Gatwick, acredito que os slots estarão disponíveis”, pode ainda ler-se. Apesar destas declarações, Stelios aproveitou para reforçar o apoio ao presidente da easyJet, Colin Chandler. Já os restantes elementos da administração aprovaram unanimemente o relatório financeiro. Fonte : Jornal de Turismo


19/novembro/2008 - Funcionários da Infraero fazem novo protesto contra a privatização

Cerca de 40 pessoas se reuniram no Aeroporto Tom Jobim. Eles usaram faixas e cartazes para criticar Cabral. Cerca de 40 funcionários da Infraero fizeram um protesto, na manhã de terça-feira (18), no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, subúrbio do Rio. A manifestação é contra a privatização do aeroporto e a possível demissão de 600 funcionários, o que representa 50% do efetivo que trabalha no Galeão. Com faixas e cartazes, eles criticaram o governador Sérgio Cabral, que defende o projeto. Os funcionários acreditam que, com a privatização, alguns serviços como o uso de carrinhos de bagagem e a limpeza do local passem a ser cobrados aos passageiros. No dia 26 de setembro, a Infraero já tinha protestado contra a privatização. Fontes: G1 / Globonews


19/novembro/2008 - Tráfego aéreo entre países da América Latina

As companhias aéreas da América Latina têm focado seus itinerários mais na própria região do que em outros continentes, segundo estudo da consultoria Hermes para a Amadeus, empresa de tecnologia do mercado de turismo e aviação. O tráfego aéreo entre países da região teve alta de 9,7%, de 2004 a 2007. Os vôos entre os países latinos somados aos domésticos representam hoje 86% do trânsito latino-americano. Em número de passageiros, Gol e TAM são responsáveis por mais de 50% do tráfego. TAM e LAN se destacam na região em vôos de longa distância. Já a Gol tem focado mais em mercado doméstico e regional. Fonte: Folha de S.Paulo


19/novembro/2008 - Com Varig, Gol reduziu 10 vôos diários entre SP e RJ

O presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior, diz que a companhia reduziu 10 vôos por dia na rota de São Paulo a Rio de Janeiro por conta da integração das malhas da companhia com as da Varig. O executivo explicou que o grupo mantém vôos a cada meia hora. Oliveira Júnior ressalta que a otimização dos vôos permitiu a criação de novas rotas entre cidades previamente não conectadas, como partidas do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a Londrina (PR) e a Caxias do Sul (RS); Congonhas a Vitória (ES); Galeão, no Rio, a Brasília (DF); e Confins, em Belo Horizonte, a Curitiba (PR). Fonte: DCI


19/novembro/2008 - Alitalia cancela 100 vôos diários até 1º de dezembro

O comissário extraordinário da Alitalia, Augusto Fantozzi, anunciou que a companhia aérea cancelará cerca de 100 vôos diários até 1º de dezembro, quando passará para as mãos dos novos proprietários. Em entrevista publicada hoje no jornal "La Repubblica", Fantozzi afirmou que esta decisão foi tomada por causa da greve que alguns trabalhadores da Alitalia realizam há vários dias. Ele acusou os pilotos de "prolongar as manobras de decolagem" e disse que os cancelamentos de vôos custaram 20 milhões de euros à companhia aérea. O comissário extraordinário acrescentou que para prestar auxílio aos passageiros afetados, a companhia teve que pagar uma noite de hotel a 10 mil clientes nos últimos dias. Por sua vez, os sindicatos afirmam que a companhia se viu obrigada a reduzir os vôos da Alitalia - que são cerca de 600 diários - perante a falta de liquidez da companhia aérea que, segundo Fantozzi, dispõe de pouco dinheiro. Hoje dezenas de vôos foram cancelados, a maioria nos aeroportos de Fiumicino, em Roma, e de Linate, em Milão, e os passageiros, por enquanto, estão sendo recolocados em outros aviões. Por enquanto, o Ente Nacional de Aviação Civil (Enac) multou a companhia aérea em 210 mil euros pelos problemas causados aos passageiros em 10 de novembro, quando um grupo de trabalhadores convocou uma greve sem aviso prévio. Alguns empregados da Alitalia, sem o apoio dos sindicatos, optaram pela linha dura como protesto diante do novo convênio coletivo oferecido pelos futuros compradores da Alitalia, os empresários reunidos na Companhia Aérea Italiana (CAI). A oferta apresentada pela CAI será aceita esta semana por Fantozzi e a parte rentável da Alitalia passará para as mãos do consórcio de empresários, presumivelmente em 1º de dezembro. Os sindicatos autônomos, que representam pilotos, assistentes de vôo e pessoal de terra - Anpav, Avia, UP, SDL e Anpac - não aprovaram a proposta. Desta maneira, a CAI já anunciou que, sem a necessidade dos sindicatos, convidará individualmente os 12.500 trabalhadores a assinar o contrato. Durante esta semana, a CAI também terá que escolher quem será seu sócio industrial internacional entre a companhia aérea alemã Lufthansa e a francesa Air France-KLM. Fonte: G1


19/novembro/2008 - Porto Alegre, Salvador, Vitória e Curitiba são as primeiras rotas

A Azul Linhas Aéreas escolheu suas primeiras rotas e o aeroporto que será base para suas primeiras operações. Serão vôos diretos para Porto Alegre, Salvador, Curitiba e Vitória, saindo do aeroporto internacional de Viracopos, em Campinas (SP). O contrato de concessão da Azul, será avaliado hoje, dia 18, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Cinco freqüências diárias para as rotas Campinas-Porto Alegre e Campinas-Salvador, já foram solicitadas e dependem da aprovação dos horários de trânsito para começar a comercializar suas passagens no início de dezembro. A aérea começa a operar dia 15 de dezembro com cinco jatos Embraer, dois do modelo 190 e três do 195. A empresa deve iniciar os vôos Campinas-Curitiba e Campinas-Vitória, com quatro freqüências diárias, no início de janeiro, quando deve receber mais um E 190. Fonte: Brasilturis


18/novembro/2008 - Gol prevê crescer 6% em 2009, mesmo com crise

Ganhos virão de sinergias e alta do dólar, que deve incentivar o turismo interno, diz empresa. Companhia, que registrou prejuízo no 3º tri, afirma que preço do bilhete deverá continuar em alta, mesmo com a queda do petróleo. Mesmo depois de divulgar prejuízo contábil de R$ 474 milhões no trimestre e de ver o número de passageiros no setor cair em outubro, a Gol mantém previsões de crescimento otimistas. Segundo Constantino de Oliveira Junior, presidente da Gol, a companhia aérea espera crescer 6%, mantido o cenário econômico atual. As perdas, para ele, não são uma grande preocupação, uma vez que o prejuízo contábil não tem impacto no caixa. Ele foi causado, principalmente, pela alta da dólar sobre a dívida da empresa com leasing de aviões. Os motivos para a previsão de crescimento estão nos ganhos obtidos com a fusão das operações com a Varig, que começou a acontecer em 19 de outubro. Além disso, há a possibilidade de a alta do dólar aumentar as vendas da companhia. "A variação cambial pode mudar hábitos dos clientes", afirma Constantino. "Quem planejava viajar para o exterior pode começar a viajar no mercado doméstico." Depois da aquisição da Varig, a Gol interrompeu as rotas internacionais e procurou se concentrar nos mercados brasileiro e latino-americano. Parte da alta de custos do trimestre referiu-se a fechamento de operações internacionais da Varig. Segundo Constantino, a Gol tem estudado entrar em novas rotas e oferecido mais vôos diretos em território nacional. "A partir do lançamento da nova malha, estamos vendo melhoras na taxa de ocupação de nossas aeronaves", diz Anna Cecília Bettencourt, diretora de relações com investidores da Gol. A empresa espera economizar R$ 180 milhões com a unificação das operações. Segundo Constantino, a fusão tem permitido à companhia oferecer serviços mais atraentes, como refeições de melhor qualidade e o uso do programa de milhagem Smiles pelos clientes Gol. A companhia espera ainda que os preços das passagens continuem maiores, mesmo com a queda no combustível. "A recuperação do yield [preço pago por passageiro por quilômetro voado] deve voltar a patamares de 2005 e 2006", diz ele, para quem a empresa continuará a oferecer bilhetes que concorrem com ônibus. Fonte: Folha de S. Paulo


18/novembro/2008 - Lufthansa dá milhas em dobro até 15 de dezembro

Os passageiros da Lufthansa podem ganhar milhas em dobro na compra de passagens para qualquer destino a partir do Brasil, em qualquer classe, até 15 de dezembro. A promoção vale para quem já faz parte do programa Miles & More e para aqueles que se cadastrarem agora, mas para participar é preciso se cadastrar no site da Lufthansa. O programa de milhas da Lufthansa Miles & More foi lançado há 15 anos e já conta com mais de 14 milhões de participantes no mundo inteiro. Por isso, é o maior da Europa. No Brasil, já são aproximadamente 80 mil associados. Além de prêmios e viagens, os associados Miles & More têm facilidades na hora de comprar passagens pela Internet e nos terminais de check-in. As milhas acumuladas podem ser transformadas em viagens. A Lufthansa voa diariamente de São Paulo para Munique e Frankfurt e dos dois centros de distribuição oferece conexões para toda a Europa, Ásia e Oriente Médio. Fonte: Jornal de Turismo


18/novembro/2008 - Gol oferece novos vôos diretos a partir de Confins

A Gol agora oferece novas opções de vôos diretos partindo do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins). Com a nova malha aérea integrada, foram criadas ligações diretas para Recife (PE), Goiânia (GO), Curitiba (PR) e Campinas (SP), além de Uberlândia, reforçando o transporte aéreo no Estado de Minas Gerais. “As novas ligações trazem facilidades, pois atendem a demanda do passageiro mineiro, que procura vôos para todas as regiões brasileiras, além de permitir conexões para outros destinos nacionais”, afirma Wilson Maciel Ramos, vice-presidente de planejamento e TI. A Gol é a única empresa aérea brasileira a oferecer vôo sem escalas entre Confins e Recife, com seis freqüências semanais, permitindo aos clientes da capital pernambucana fazer conexões a partir da capital mineira para Uberlândia (MG), Goiânia (GO) e Campinas (SP). A partir de Recife, há a possibilidade de conexões para as cidades de Juazeiro do Norte (CE), Campina Grande (PB), Fernando de Noronha (RN) e Petrolina (PE). O valor do trecho Confins – Recife sai a partir de R$ 299. A nova malha aérea beneficia ainda os clientes que partem da capital mineira com destino a Goiânia, com freqüências diárias (ida e volta) de segunda a sexta-feira e uma durante o fim de semana. O trecho pode ser encontrado a partir de R$ 289 e permite conexões aos clientes de Goiânia para Salvador, Recife e Rio de Janeiro (Galeão). Outra novidade na malha operada a partir de Confins é que os clientes podem ir e voltar de Curitiba no mesmo dia. São sete freqüências semanais, com o trecho a partir de R$ 219 A Gol passou também a oferecer ligação direta entre o Aeroporto Internacional de Viracopos (Campinas) e Confins, que, além de atender o mercado local, permite conexões para destino operados pela companhia na região Nordeste. São seis freqüências semanais e o trecho sai a partir de R$ 149. Dentro do Estado de Minas, há uma ligação direta de Confins com Uberlândia, possibilitando conexões para Brasília, além das regiões Norte e Nordeste. A Companhia oferece uma freqüência diária (ida e volta), de segunda a sexta, e uma durante o fim de semana. O trecho pode ser encontrado a partir de R$ 119. Fonte : Jornal de Turismo


18/novembro/2008 - Boeing termina teste destrutivo na caixa da asa do 787 Dreamliner

A Boeing completou no último dia 15 o teste destrutivo da caixa de material composto da asa do 787 Dreamliner, a primeira construída para um avião comercial da Boeing. Esse teste é parte do processo de certificação de todos os novos aviões. “A conclusão bem sucedida do teste de destruição da caixa da asa marca uma etapa importante trazida pela inovação embarcada no 787”, diz Mark Jenks, vice-presidente de Desenvolvimento do 787. “Além de determinar a força que pode ser empregada nas asas, o teste nos ajuda a testar os métodos analíticos que usamos para calcular a capacidade de carga que poderemos suportar”, conclui. A caixa da asa é uma estrutura rígida e que suporta, suspensa, presa apenas por uma das extremidades, as asas, conectando-as à fuselagem. Além disso, suporta também a estrutura do trem de pouso, os controles de superfície e as turbinas. Esta etapa do teste representa uma parte da seção da asa, que começa aproximadamente no centro da aeronave e termina, aproximadamente, no meio da extensão da asa – cerca de 50 pés (12,5 metros). Esse pedaço mede em torno de 18 pés (5,5 metros) em seu ponto mais largo. Os painéis superiores e inferiores das superfícies, bem como os mastros das asas, são inteiramente feitos do mesmo material composto que está sendo usado na fuselagem. Os reforços das asas são de alumínio monolítico, e, cada equipamento, de um único pedaço de placa de alumínio. Para cumprir as exigências da certificação, as asas devem suportar cargas uma vez e meia, ou 150%, superior às mais elevadas cargas aerodinâmicas que um jato 787 poderia encontrar em toda a sua vida. A caixa da asa testada pesa 55.000 libras (24.948 quilos), incluindo o conjunto de testes, composto pelo hardware e os instrumentos. Foi projetada e construída pela equipe da Boeing, da Mitsubishi Heavy Industries e pela Fuji Heavy Industries. O teste estrutural continuará em dois 787 completos, como parte do processo de certificação do avião. Esses testes demonstrarão mais sobre o desempenho da estrutura através de múltiplos ciclos de vida – com cargas operacionais normais - e testarão as estruturas além dos pontos esperados quando a aeronave estiver em serviços. Hoje, 18 de novembro, a Boeing disponibilizará um vídeo nos sites www.boeing.com e www.newairplane.com, para que todos possam acompanhar de perto a evolução dos testes. Fonte: Boeing


18/novembro/2008 - Passaredo alugará jatos da Embraer

A Passaredo, companhia aérea regional de Ribeirão Preto (SP), começará a usar o jato mais vendido na história da Embraer e que há anos não voa comercialmente em céus brasileiros: o ERJ 145, para 50 passageiros. Otimista com a demanda, apesar da desaceleração do crescimento econômico prevista, a empresa receberá cinco desses aviões em 2009 e mais do que dobrará sua capacidade. A Passaredo vai alugar parte dos ERJ 145, que têm de cinco a sete anos de uso, da própria Embraer. Ao todo, vai gastar US$ 75 milhões com os aviões nos próximos quatro anos. "Nesse prazo vamos estudar a compra de jatos maiores, com até cem assentos", diz José Luiz Felício Filho, presidente da empresa. As aeronaves serão entregues a partir do segundo trimestre de 2009. Hoje, a Passaredo opera seis aviões turboélice do modelo Embraer 120 (o Brasília), com trinta assentos cada um. Com os ERJ 145, serão 11 aviões e mais do que o dobro da oferta de assentos. O ERJ 145 foi o primeiro jato regional desenvolvido pela Embraer e vendeu um recorde de 693 unidades. O modelo não voa no Brasil desde 2004, quando a Varig suspendeu algumas rotas regionais. A Embraer ainda produz o modelo na China, mas praticamente não há encomendas novas, pois o 145 acabou cedendo lugar aos aviões maiores da família 170/190. Será a primeira vez que a Passaredo usará jatos, mais rápidos e silenciosos do que os modelos turboélices, porém menos econômicos para percorrer distâncias abaixo de 500 quilômetros e menos adaptáveis a aeroportos com infra-estrutura limitada. Segundo Felício, os ERJ 145 serão alocados em rotas mais longas - um exemplo é a ligação entre Brasília, Barreiras (BA) e Salvador - e naquelas em que há demanda por mais freqüências ou mais conforto, como a ligação entre Ribeirão Preto e o aeroporto internacional de Guarulhos (SP). Nessa rota, apesar de a distância entre as cidades ser de perto de 300 quilômetros, a Passaredo quer um avião maior para acomodar a demanda e até a bagagem do passageiro que vai a Guarulhos pegar um vôo internacional. A empresa voa para 14 cidades em oito estados. Com mais aviões, a Passaredo estima que vai transportar 480 mil pessoas em 2009, mais de duas vezes as 200 mil projetadas para este ano e mais de cinco vezes os 92 mil passageiros de 2007. Em participação no mercado doméstico, a Passaredo passou de 0,09% no acumulado do ano passado para 0,17% entre janeiro e outubro deste ano. Ela se tornou a segunda maior regional atrás da Trip, depois que outras empresas como Rico e TAF reduziram fortemente suas operações neste ano. Mas assim como a oferta vai crescer, os riscos também vão aumentar. O principal é o custo do combustível, uma vez que jatos consomem mais. "Agora que o petróleo custa menos de US$ 60, o cenário é muito favorável", diz Felício. Em meados deste ano, porém, o preço do barril superava US$ 140. E se o preço subir de novo? "É preciso arriscar", responde Felício. Ele conta que a companhia fez um "bom caixa" para sustentar o plano em 2009 e que "mantém conversas com potenciais investidores". Sobre a demanda em 2009, Felício está otimista. "Crescemos muito nos últimos dois anos e ainda há um potencial enorme para vôos regionais, especialmente nas cidades sem serviços aéreos", diz. É um discurso parecido com o da Trip e da Azul, as duas outras empresas brasileiras que neste ano anunciaram compras de jatos da Embraer com o objetivo de desenvolver novos mercados. A Trip, sediada em Campinas, é líder no segmento regional com 1,1% de participação acumulada no mercado doméstico. Fonte: Valor Econômico


17/novembro/2008 - Azul encomenda avião menor para voar no Santos Dumont

A Azul alterou sua encomenda à Embraer para ter mais aviões adequados à operação no Santos Dumont, aeroporto carioca que tem duas das pistas mais curtas do mundo. A companhia aérea novata, que inicialmente compraria apenas jatos do modelo 195, incluiu no seu pedido aviões do modelo 190, ligeiramente menores. Se fosse hoje, a empresa não poderia operar no Santos Dumont porque o aeroporto está restrito para vôos a Congonhas, em São Paulo, e uso de avião turboélice. A limitação foi criada para estimular o uso do Galeão, mas não tem fundamentos técnicos. A Azul, que fará seu primeiro vôo comercial em 15 de dezembro, conta com a abertura do aeroporto em breve, uma vez que a própria Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) é contra as atuais limitações. Nesta semana, a Anac abre uma consulta pública sobre o assunto. "A possibilidade de usar o 190 só surgiu depois que o Santos Dumont entrou na equação", diz Adalberto Febeliano, diretor de relações institucionais da empresa. Segundo ele, a Azul não planejava voar no aeroporto carioca quando foi criada, em março. A perspectiva só mudou em meados deste ano quando o governo acenou com a possibilidade de abrir completamente o local. Com plano de servir 22 cidades a partir do aeroporto central do Rio de Janeiro, a Azul fez os cálculos e concluiu que teria limitações para usar o Embraer 195. Como as pistas do Santos Dumont são curtas - a maior mede 1.323 metros, contra 3.180 metros da menor pista do Galeão, por exemplo -, há restrição técnica quanto ao peso dos aviões. Para adequar o 195, a Azul teria que voar com parte das 118 poltronas vazias ou fazer apenas vôos curtos, em que os jatos podem decolar com menos combustível e, portanto, mais leves. Já com o modelo 190, que transportará até 106 passageiros, a Azul poderá vender todos os assentos e também partir do Rio para destinos mais longínquos, como algumas capitais nordestinas. A possibilidade de fazer vôos mais longos pode ser uma vantagem competitiva, à medida que empresas como TAM e Gol, cujos aviões levam mais de 140 pessoas, teriam dificuldades de fazer os mesmos trajetos devido ao peso dos jatos. Até o fim de 2009, a Azul terá dez aviões 190 e mais seis jatos 195, num total de 16. A Azul já tem dois aviões 190 que alugou da americana JetBlue e receberá sete aeronaves novas até janeiro, sendo cinco 195 e dois 190. "Não deu tempo de converter esses 195 em 190 porque já estavam sendo fabricados", diz Miguel Dau, vice-presidente de operações da Azul. A aérea tem 40 pedidos firmes e mais 36 opções com a Embraer. Por ter localização privilegiada na capital carioca, o Santos Dumont é tão atraente quanto Congonhas. Segundo Alexandre Gomes de Barros, diretor da Anac, a agência também vai levar à consulta pública uma regra para distribuir novos horários de vôo no aeroporto. Com a perspectiva de sua abertura completa, TAM e Gol já pediram mais espaço e empresas como a WebJet, cuja sede é no Rio, também têm interesse em crescer no local. (RC) Fonte: Valor Econômico


17/novembro/2008 - Azul anuncia duas primeiras rotas que quer operar

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A. anunciou nesta segunda-feira ter solicitado à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) duas rotas iniciais para começar a operar em dezembro deste ano. As duas primeiras linhas são Campinas-Porto Alegre e Campinas-Salvador, num total de até 35 freqüências semanais em cada rota. Segundo a empresas, estas rotas devem integrar a malha inicial da companhia, mas dependem ainda de aprovação. A companhia pretende começar a voar em meados de dezembro. O início das vendas de passagens, condicionado à aprovação dos horários de trânsito (Hotran), está previsto para a primeira semana de dezembro. A companhia ainda não se pronunciou sobre as tarifas que pretende praticar. Nas próximas semanas, Azul irá divulgar novas rotas e cidades servidas. Fonte: Terra


17/novembro/2008 - Embraer: vendas devem desacelerar em 2009

Se há um setor que atiça o ímpeto consumista dos que têm milhões na conta bancária, é o da aviação executiva. Melhor para a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), que oferece ao mercado seis jatos executivos – em diferentes fases de produção – e uma aeronave em operação, o Legacy 600, sucesso de vendas que consolidou a empresa no mercado internacional e a fez exibir uma fila de interessados em todos os cantos do planeta. No segmento voltado para o alto luxo, mesmo com queda nas encomendas, a Embraer prevê boas performances até 2011 e, a partir de 2012, céu de brigadeiro para as compras de jatinhos. – Nosso cliente é o empresário na faixa dos 40 aos 60 anos que usa a aeronave de maneira mista. Durante a semana para viagens de trabalho e, aos sábados e domingos, para lazer – diz Claudio Camelier, diretor de Inteligência de Mercado da Aviação Executiva da Embraer. Segundo ele, as compras de jatinhos não devem manter o ritmo de crescimento que vinham apresentando em pouco mais de 10% ao ano. – Para 2009, nossas perspectivas são de desaceleração nas vendas e estabilidade até por volta de 2011, 2012, quando deve recuperar. Como as encomendas demoram, em média, dois anos para serem entregues, a atual desaceleração deve se refletir nos indicadores da empresa a partir de 2010. Há oito anos, quando entrou no mercado de aviação executiva, a Embraer tinha apenas o Legacy 600, aeronave de 13 lugares que custa US$ 27, 450 milhões e, além do desempenho técnico, oferecia conforto e design de interiores diferenciados. Em 2002, quando entrou em operação, foram vendidos 10 Legacys. Em 2008, as vendas devem somar 36 jatos, como em 2007. O Legacy também é líder entre os aviões com os quais disputa o mercado. É um dos preferidos de ministros do governo. Atualmente, o Brasil tem 16 modelos. Outra família de jatos que já está colocando os ricos em polvorosa é a Phenom, que tem os modelos 100 (quatro passageiros) e 300 (de seis a oito). Com preços de US$ 3 milhões (100) e US$ 7 milhões (300), têm fila de espera que vai de 2012 a 2014. Fonte: JB


17/novembro/2008 - Gol perde R$ 294,3 mi no terceiro trimestre

Pelo quarto trimestre consecutivo, a Gol está no vermelho. Entre julho e setembro, a companhia aérea teve prejuízo líquido de R$ 294,3 milhões - segundo o padrão contábil dos Estados Unidos. Pelo padrão brasileiro, a perda foi de R$ 474,4 milhões. O resultado foi provocado principalmente pelos impactos negativos da variação cambial, de R$ 261,8 milhões, e do hedge (proteção) cambial e do hedge de combustível, que somaram R$ 48 milhões. Um ano atrás, no terceiro trimestre de 2007, a empresa estava no azul, com lucro líquido de R$ 45,5 milhões. No segundo trimestre deste ano, o prejuízo líquido havia sido de R$ 216,7 milhões, motivado pelas perdas da Varig, que foi adquirida pela Gol no início de 2007. De acordo com a empresa, a perda com variação cambial do terceiro trimestre deste ano se deve principalmente a dívidas em moeda estrangeira. Entre julho e setembro deste ano, o real se desvalorizou 20% em relação ao dólar, o que ampliou as obrigações em reais da companhia, atreladas à moeda americana. A dívida líquida de curto prazo, que tinha encerrado o segundo trimestre em R$ 429 milhões, fechou o terceiro trimestre em R$ 602,9 milhões, com alta de 40,5%. A dívida líquida de longo prazo, que estava em R$ 979,5 milhões em 30 de junho deste ano, atingiu R$ 988,2 milhões em 30 de setembro, com elevação de 0,9% no período. Ao final de setembro, a Gol operava com 30 aeronaves arrendadas. Os contratos de arrendamento são em dólar e vencem entre 2008 e 2019. As receitas líquidas da empresa atingiram no terceiro trimestre R$ 1,8 bilhão, com um acréscimo de 37,2% na comparação com igual período do ano anterior. Entre julho e setembro, foram transportados 6 milhões de passageiros, um número 8,7% maior comparado ao mesmo trimestre de 2007. Apesar do aumento da receita, o custo operacional de assentos disponíveis por quilômetro voado cresceu 22,4% no terceiro trimestre em relação a igual período de 2007. Segundo a companhia, o custo operacional aumentou por causa da alta dos preços do combustível, da menor utilização das aeronaves no trimestre e de despesas de manutenção por causa da devolução de aeronaves. Durante o terceiro trimestre deste ano, a taxa de ocupação das aeronaves da empresa foi de 60%, índice 1,2 ponto porcentual menor em relação aos mesmos meses do ano anterior. CONCORRENTE Na semana passada, a TAM divulgou o balanço do terceiro trimestre com prejuízo líquido de R$ 112,7 milhões. O resultado é 61,7% menor comparado ao prejuízo da concorrente. No terceiro trimestre do ano passado, a TAM tinha obtido lucro líquido de R$ 48,5 milhões. Assim como a Gol, a TAM atribuiu as perdas do terceiro trimestre às operações de hedge e combustível. A receita líquida do período atingiu R$ 2,89 bilhões, ante R$ 2,06 bilhões no terceiro trimestre de 2007. Mesmo com prejuízo, as empresas mantêm as metas de crescimento rentável para 2008 e 2009. Fonte: O Estado de S. Paulo


16/novembro/2008 - Lufthansa mostra preparativos para a chegada do A380 na companhia

Apresentar o conceito do A380, maior avião do mundo, e todo seu projeto de implantação. Esse foi o objetivo do encontro promovido na tarde de hoje (13/11) pelo Lufthansa, em São Paulo. A apresentação foi feita pelos pilotos da companhia, Ulrich Hohl e Ingo Tegtmeyer. De acordo com Tegtmeyer, as operações do A380 devem ter início no final de 2009. O piloto comentou o que deverá ser feito para o início das operações. "O primeiro A380 será entregue em novembro de 2009. Depois, a partir de dezembro de 2009 até setembro de 2010 a Lufthansa receberá mais seis aviões. O pedido total foi de 15 aeronaves. Nesse período estaremos treinando 160 pilotos e mil tripulantes. Pretendemos até março de 2010 já termos três A380 operando", explicou. Tegtmeyer ainda contou que há intenção de aumentar a frota de A380. "Existe essa possibilidade, mas o mais importante no momento é operarmos os aviões que iremos receber. Quanto aos destinos que a aeronave irá percorrer, ainda não há decisão. "Estamos estudando as possíveis rotas para o A380. Nosso principal foco no momento é o mercado asiático e o americano. Mas tudo depende de como a economia vai se comportar até começarmos a operar os vôos. A decisão será adiada o máximo que pudermos para que a escolha seja a melhor possível", explicou o piloto, Ulrich Hohl. De acordo com o piloto, além do mercado outros pontos devem ser analisados, como a infra-estrutura aérea. O que já está acertado é o destino de treinamento, que será o aeroporto JFK, em Nova York. Segundo os pilotos, o custo de cada A380 é de US$ 300 milhões e o retorno para o investimento é de aproximadamente dez anos. "O retorno garantido é em dez anos, mas isso depende muito da demanda que tivermos. A Lufthansa se preocupa muito em investir em novas tecnologias para se tornar uma empresa mais eficiente", disse Tegtmeyer. Hohl ainda revelou que além dos 15 A380, a companhia possui pedido para mais 170 novas aeronaves de diferentes fabricantes, sendo 30 da empresa brasileira Embraer. Brasil - De acordo com Tegtmeyer e Hohl, o mercado é muito dinâmico, sendo assim há possibilidades do Brasil entrar na rota das aeronaves A380. "O mercado muda rapidamente, não podemos prever. Certamente haverá mudanças e o Brasil é um mercado muito importante para a Lufthansa. Em São Paulo, existe capacidade para o novo avião, mas tudo isso deverá ser estudado. As questões de infra-estrutura principalmente. Pessoalmente, estou confiante que em menos de dez anos São Paulo estará na rota do A380. Mas por enquanto o foco é mesmo o mercado americano e asiático", finalizou Tegtmeyer. Airbus A380-800 - Novo membro da família Airbus, é o maior avião do mundo. Com capacidade para 550 passageiros, a aeronave possui dois andares e 22 rodas. Suas asas medem 845 metros (equivalente a quatro quadras de tênis) e sua velocidade chega a 900 quilômetros por hora. O comandante Ulrich Hohl é o primeiro piloto da Lufthansa certificado para pilotar rotas longas com o A380. Fonte: Mercado e Eventos


16/novembro/2008 - Governo chinês investirá US$ 65 bi em aeroportos

A China investirá uns 65 bilhões de dólares na ampliação ou construção de 60 aeroportos em outras tantas cidades, informou a Administração da Aviação Civil (AACC). O Vermelho já havia noticiado nesta segunda-feira (10) os 10 pontos principais do pacote anunciado pelo governo chinês, hoje os meios de comunicação passaram a divulgar mais detidamente quais setores serão beneficiados pelo pacote. Pelo menos 40 dos projetos começarão a ser executados nos próximos dois anos, como parte da política governamental de investir em massa em infra-estruturas para impulsionar a economia nesta etapa de crise global. Segundo explicaram as autoridades, as instalações aeroportuárias já existentes em Xangai, Cantão, Chengdú e Nanquim, capitais provinciais de muitos milhões de habitantes, serão ampliadas neste programa. Outros aeroportos que serão expandidos serão os de Kunming, capital da província de Yunnán, Nanning, capital da região autônoma de Guangxi Zhuang, e Chongqing, um município especial de 30 milhões de habitantes no centro da China. A AACC informou que muitas cidades do interior terão seus próprios aeroportos, tais como Yanan, na província de Shaanxi, Daocheng, em Sichuán, Hechi, no sul, e Tengchong, na província de Yunnán. Os novos aeroportos também responderão ao crescimento vivido pelo transporte aéreo de passageiros na China durante os últimos anos e o aumento projetado para a próxima década. Um projeto apresentado em 2006 previa a execução de 97 terminais aéreos até o ano 2020, o que elevaria o total em toda China a 244. As autoridades aeronáuticas estimam que para esse ano, 82 por cento dos cidadãos chineses viverão a apenas 90 minutos do aeroporto mais próximo. O investimento em massa contribuirá também em curto prazo para estimular as indústrias da construção, aço e cimento, comentaram especialistas. Fonte: vermelho.org.br


15/novembro/2008 - Com liminar, VarigLog pode ter dono estrangeiro

A VarigLog conseguiu uma liminar na Justiça que impede a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de exigir que a companhia aérea cargueira tenha sócios brasileiros em sua composição societária. A decisão judicial derruba um artigo polêmico do Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA). A Anac informou, por meio de assessoria de imprensa, que não havia sido notificada da liminar. Desde abril, a empresa vem sendo controlada apenas pelo fundo americano MatlinPatterson ferindo o CBA, uma vez que o código limita a participação de estrangeiros em uma companhia aérea a 20% do capital votante. Na liminar obtida pela VarigLog, datada do dia 11 de novembro, o juiz substituto Paulo Ricardo de Souza Cruz, da 5ª Vara Federal de Brasília, derrubou o artigo 181 do CBA, justamente aquele que restringe a participação estrangeira em companhias aéreas. Conforme a decisão do juiz, o CBA estaria em desacordo com a Constituição Federal. Segundo ele, a lei maior do país não mais dá privilégios a companhias de capital nacional em detrimento a empresas de capital estrangeiro constituídas no Brasil. Quando foi criada, em 1988, a Constituição concedia às empresas de capital nacional, pelo artigo 171, " proteção e benefícios especiais temporários para desenvolver atividades consideradas estratégicas para a defesa nacional ou imprescindíveis ao desenvolvimento do país " . O artigo, entretanto, foi revogado em 1995. O juiz acatou a tese defendida pelo advogado Roberto Teixeira, do escritório Teixeira, Martins, que defende a VarigLog nesse caso. Se a tese do advogado prevalecer, qualquer estrangeiro poderá ter uma empresa aérea com sede no Brasil. Teixeira é conhecido por ser amigo do presidente Lula e por ter atuado a favor da Gol na compra da VRG - empresa remanescente da velha Varig, em recuperação judicial. A decisão que revoga o artigo 181 do CBA é inédita, mas é de primeira instância e cabem recursos. A limitação do capital estrangeiro é polêmica e as próprias aéreas defendem o aumento do limite de 20% para 49% do capital votante - há projetos de lei no Congresso com essa proposta. Os sócios brasileiros da VarigLog - Marco Antonio Audi, Marcos Haftel e Luiz Eduardo Gallo - foram afastados da VarigLog em meio a uma disputa judicial com o Matlin, cujo principal executivo no Brasil é o chinês Lap Chan. Em julho, o fundo apresentou uma nova composição em que a sócia majoritária é Lup Chan, irmã de Lap. A Anac, porém, foi impedida de avaliar a nova constituição devido a uma liminar obtida pelos brasileiros, que tentam, com exceção de Gallo, voltar à sociedade. Fonte: G1


15/novembro/2008 - Greve de pilotos da Air France-KLM prejudica vôos em Paris

O tráfego aéreo enfrentava graves problemas na manhã desta sexta-feira no aeroporto parisiense Charles de Gaulle, por uma greve de pilotos da companhia franco-holandesa Air France-KLM contra a prolongação do período de trabalho até 65 anos. Os vôos da Air France-KLM com destino a Moscou, Nova York, Washington e Rio de Janeiro apareciam no painel como "anulados". O mesmo acontecia com os vôo para Milão, Roma, Berlim, Lisboa, Madri e Munique. De 40 vôos anunciados no terminal 2E do Charles De Gaulle, 15 foram anulados. Até a próxima segunda-feira, a Air France-KLM prevê anular 40% dos vôos de longo percurso. No entanto, o percentual pode ser ainda maior caso oe pilotos não se apresentem para a decolagem. Três dos principais sindicatos de pilotos da companhia protestam contra uma emenda ao Código da Aviação Civil e ao orçamento da Previdência Social para 2009. A emenda, já aprovada pelos deputados franceses, modifica a idade para a aposentadoria de 60 a 65 anos a partir de 2010. Fonte: Último Seguundo


15/novembro/2008 - Emirates anuncia queda de 88% do lucro devido a alta dos combustíveis

A Emirates Airline registrou lucro líquido de US$ 77 milhões no período de abril a setembro deste ano (primeira metade do ano fiscal de 2008/2009). O valor representa redução de 88% se comparado aos US$ 643 milhões líquidos que a empresa lucrou em 2007. A queda reflete o impacto da alta recorde nos preços dos combustíveis em 2008. Segundo Sheik Ahmed bin Saeed Al-Maktoum, Presidente e CEO da Grupo Emirates, "o primeiro semestre do ano foi difícil para a indústria da aviação, devido à alta do preço dos combustíveis, o que forçou muitas transportadoras a fecharem as portas ou se consolidarem. A Emirates vem trabalhando para administrar o impacto da alta em nossas tarifas unitárias, ao mesmo tempo que continua sua expansão operacional, sempre em busca de oferecer aos clientes qualidade de produtos e serviços". No primeiro semestre do ano fiscal de 2008/2009, a Emirates continuou com um crescimento ativo nos negócios, operando uma alta de 31% na receita de operações, o que representou US$6 bilhões. O tráfico de passageiros cresceu em 11%, cargas em 13%, e o número de passageiros aumentou 20%. Houve uma média de 78.3% na ocupação de assentos, uma pequena queda se comparada aos 79.7% do ano passado, contra os 13% de aumento na capacidade. Fonte: Mercado e Eventos


15/novembro/2008 - Movimentação de passageiros cresce e Recife terá charteres da Noruega e Finlândia no verão

No acumulado de janeiro a outubro, o crescimento na movimentação geral do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes - Gilberto Freyre foi de 13,69% em relação ao mesmo período de 2007. Já utilizaram o terminal de passageiros do Recife este ano 3.874.948 viajantes. Só internacionais foram 180.832, um acréscimo de 24%. As expectativas para a alta estação são ainda mais positivas, com as operações da American Airlines, iniciadas no dia 3 e da Delta a partir de dezembro, além do retorno dos charters semanais vindos da Noruega e Finlândia. O Novair já está chegando de Oslo (Noruega) às quintas e realiza um total de 12 vôos até abril de 2009. A aeronave utilizada é um Airbus A321 com capacidade para 199 passageiros. O Finnair retoma as suas operações nesta temporada a partir do dia 24, vindo de Helsinque (Finlândia) sempre às segundas, com um total de dez vôos até março de 2009. O avião é um Boeing 757, para 227 passageiros. Considerado somente o mês outubro, o Guararapes apresentou um crescimento de 5,38 % no movimento de passageiros internacionais, com um total de 13.135 embarcados e desembarcados. Na movimentação geral permaneceu praticamente estável, com 0,08 % de aumento, assim como no movimento doméstico, que apresentou ligeiro decréscimo de -0,11 % (o que representa uma diferença de 381 passageiros). Fonte: Mercado e Eventos


15/novembro/2008 - Sem acordo, Azul troca o Rio por Campinas

RIO - A Azul Linhas Aéreas trocou o Rio por Campinas (SP) para iniciar suas operações, a partir de 15 de dezembro. A empresa voará do aeroporto local para cidades como Goiânia, Londrina, Aracaju e Recife, com a promessa de tarifas até 35% menores do que as da concorrência e vôos ponto a ponto (sem conexões). Nenhum vôo saindo de Campinas pousará no Rio. O presidente da Azul, Pedro Janot, disse que todas as explicações técnicas sobre a necessidade de iniciar vôos partindo do Santos Dumont foram detalhadas ao governo do Estado, que ofereceu o Galeão como alternativa, durante cinco meses de conversações. Mas não houve avanço. - Voar do Galeão não nos traz competitividade hoje. Os planos para o Galeão serão em 2013. Não iremos para lá antes de estarmos no Santos Dumont. Se o Santos Dumont for aberto, faremos uma base lá. O governo quer manter os vôos que eram do Santos Dumont no Galeão, alegando que são importantes para os planos de privatização. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) abrirá consulta pública para aumentar os vôos no Santos Dumont. Janot afirmou que a decisão da Anac não foi tomada para beneficiar a Azul e que outras empresas desejam ter mais vôos no local. Fonte: O Globo


14/novembro/2008 - Adiada entrega da ampliação do Aeroporto Internacional Hercílio Luz

A entrega da ampliação do Aeroporto Internacional Hercílio Luz, em Florianópolis, prevista para julho de 2010, foi adiada para 2012, conforme informou a Infraero em e-mail ao Diário Catarinense nesta quinta-feira. A estatal atribuiu o adiamento a entraves com licitações paralisadas desde o semestre passado. A Infraero mantinha o prazo anterior até pouco tempo e não fez nenhuma comunicação oficial sobre a mudança. A informação foi recebida após questionamento sobre se previsão de entrega estava mantida mesmo com o atraso nas licitações, no que a assessoria da estatal respondeu: "não, está estimada a entrega da obra para início de 2012". A Infraero não especifica, no entanto, que motivos levaram a demora na remarcação das licitações. A única indicação é de que os editais estavam sendo adequados a questionamentos de empresas. Há pelo menos três anos, o aeroporto da Capital opera além de sua capacidade. Em 2007, o limite de 980 mil passageiros foi superado em 100%. Neste ano, a projeção é que 2,2 milhões de passageiros passem pelo terminal. Juntamente com o prazo para 2012, as concorrências paralisadas receberam nova previsão de lançamento. O edital para projetos de pistas de rolamento, pátio de aeronaves e outras obras foi marcado para o final deste mês. A concorrência havia sido lançada em 28 de abril, quando não recebeu proposta de nenhuma empresa. A outra licitação paralisada, correspondente a edificações, tem previsão para ser publicada até dezembro. Esse edital ainda não havia sido lançado, mas teve aviso publicado em 23 de maio com previsão para sair em 1º de julho. Mais tarde, foi adiado para o dia 15 daquele mês e acabou postergado sem data definida. Pego de surpresa pela alteração no prazo de entrega do aeroporto, que não foi comunicada pela Infraero, o governado em exercício, Leonel Pavan, classificou como preocupante o atraso na entrega das obras e afirmou que o governador Luiz Henrique da Silveira deve agendar contato para tratar do assunto com o presidente Lula assim que voltar de viagem ao exterior. Também em viagem, o presidente da Santur, Valdir Walendowsky, afirmou que na próxima semana deve reunir o trade turístico para traçar um plano de ação em parceria com o governo estadual. De acordo com ele, o aeroporto tem papel fundamental no planejamento para o turismo no Estado, o qual inclui a atração de vôos charters da Europa. Atualmente o terminal da Capital é líder no país no recebimento desse tipo de vôo. Fonte: Diário Catarinense


14/novembro/2008 - Tam vai decidir entre Sabre e Amadeus

A Tam está no processo final de seleção de seu parceiro tecnológico para os próximos dez anos. Duas empresas que estão no páreo, com grandes chances, são a Sabre Holdings e a Amadeus. O contrato incluirá a gestão e manutenção do Portal e-Tam e outros serviços de tecnologia. Não significa a volta da Tam aos GDSs, mas o fato de ter empresas donas de GDSs como parceiro prioritário facilitará a integração do portal e o dia-a-dia das agências. O Sabre foi o parceiro que construiu o portal e-Tam e é o host do sistema da companhia, mas com o contrato novo a parceira escolhida fará mais que fornecer os serviços tecnológicos, também cuidará da gestão. A disputa, que está equilibrada entre Sabre e Amadeus, se dará nos próximos dias e é aguardada com ansiedade por ambas as empresas e o mercado. Fonte: Panrotas


14/novembro/2008 - Dona da Airbus tem lucro de 679 milhões de euros no terceiro trimestre

SÃO PAULO - A European Aeronautics Defence and Space (EADS), controladora da fabricante européia de aviões Airbus, surpreendeu o mercado ao anunciar lucro no terceiro trimestre. A empresa ganhou 679 milhões de euros e teve um faturamento 6% superior ao de 2007, de 9,7 bilhões de euros. Os analistas esperavam um resultado pior por conta das perdas com o atraso do avião de transporte militar A400M. Neste trimestre, a companhia registrou despesas de 341 milhões de euros com a demora no programa. No terceiro trimestre de 2007, porém, as perdas com o A400M foram de 1,4 bilhão de euros e foram parcialmente responsáveis pelo prejuízo de 776 milhões de euros que a EADS teve naquele intervalo. " A pressão sobre o programa A400M permanece e estamos conduzindo esforços ambiciosos para lidar com os desafios comerciais e industriais em discussão com os clientes e fornecedores " , disse o principal executivo da companhia, Louis Gallois, em nota. " A EADS está mais determinada do que nunca a colocar este complexo programa sob controle. " Além do lucro surpreendente, a empresa anunciou também que estima superar sua previsão para a geração de caixa (Ebitda) deste ano. De acordo com Gallois, a EADS vai fechar 2008 com Ebitda maior do que os 1,8 bilhão de euros previstos. Fonte: Valor Online / O Globo


14/novembro/2008 - Pilotos da Lufthansa apresentam projetos para operação do A380

Nesta quinta-feira dois comandantes da transportadora alemã Lufthansa envolvidos no projeto de implantação do A380 na frota da companhia realizaram uma apresentação sobre as adaptações necessárias para o recebimento da nova aeronave. Ulrich Hohl é o primeiro piloto alemão habilitado a pilotar o A380; Ingo Tegtmeyer, que também participou do evento, está envolvido no projeto A380 desde 1996. A apresentação ocorreu no hotel Hyatt, em São Paulo. Hohl disse que, inicialmente, a Lufthansa deveria ter recebido seu primeiro A380 já no final de 2007, entretanto, devido a alguns problemas, principalmente na linha de produção da aeronave, o primeiro A380 da Lufthansa deve ser entregue no final de 2009. A transportadora estima que, até o final de 2010, sete A380 devem estar operando. Até o final de 1015, 15 A380 devem estar inseridos nas rotas da empresa. “Há companhias que já estão operando com o novo modelo, como a Emirates, Singapore e Qantas. Até o momento, as operações foram muito bem sucedidas”, afirmou. O piloto disse que, até o momento, 202 pedidos já foram feitos por diversas companhias ao redor do mundo, o que mostra a boa receptividade que o A380 teve no mercado. Tegtmeyer, por sua vez, ressaltou que, com a chegada do novo avião, todos os aeroportos que pretendam operar com o A380 terão de passar por um processo de reestruturação. “Em 2007, o aeroporto de Frankfurt foi reestruturado para que fosse possível um embarque simultâneo do andar superior e do inferior do A380”, comentou. “E não se trata apenas de adaptações no embarque, mas de diversos outros setores, como o desenvolvimento de um processo de booking para uma aeronave que tenha 520 passageiros a bordo, ou mesmo para a logística de bagagens, que deverá atender a um número muito maior de pessoas por vôos”. “Vocês viram nos últimos anos o quão rápido o mercado pode mudar. Assim sendo, tentaremos tomar a decisão das rotas a serem operadas o mais próximo possível do início dos vôos”, comentou Tegtmeyer. Entretanto, os comandantes adiantaram que, a princípio, o mercado asiático e norte-americano são os mais prováveis. Hohl disse que para a primeira rota do A380, também terá que ser levado em conta a necessidade de um destino para treinamento dos novos pilotos. “O destino mais provável, levando em conta a necessidade de treinamento da tripulação, é o J.F.K., em Nova York”. As peças do novo avião são produzidas em diversos países da Europa, como Alemanha, Reino Unido, Espanha e França. A montagem das peças ocorre em Toulouse, França. Cada A380 custa US$ 300 milhões e será configurado para 520 passageiros divididos em três classes; o andar superior abrigará a Primeira classe e a Executiva, enquanto que o andar inferior será ocupado pela classe econômica. “Porém, não podemos especificar quantos passageiros haverá exatamente por classe, uma vez que podem haver modificações dependendo da situação do mercado”, comentou Tegtmeyer. “Espero aterrissar um A380 em São Paulo em um futuro não muito distante” Embora os comandantes da Lufthansa tenham dito que, atualmente, não há planos da companhia para ter São Paulo como um destino para a nova aeronave, Ulrich Hohl disse que “em um período de crise na América do Norte e na Ásia, o mercado brasileiro possuí uma alta demanda. Estou certo de que, caso haja mercado, não seremos a única companhia a pensar em operar o A380 no Brasil”. Hohl terminou a apresentação mostrando otimismo: “Espero aterrissar um A380 em São Paulo em um futuro não muito distante”. Fonte: Jornal do Turismo


14/novembro/2008 - Novo vôo da TAM será apresentado em João Pessoa

TAM Linhas Aéreas inicia, nesta sexta, um novo vôo na Paraíba com rota João Pessoa-Guarulhos. O vôo sairá do Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, na Grande João Pessoa, para Guarulhos às 14h04, com chegada prevista no Aeroporto Cumbica às 18h45. Na volta, o vôo sai às 11h de Cumbica e chega no Castro Pinto às 13h15 (horário local). O novo vôo foi apresentado nesta quinta-feira (13) à imprensa especializada e ao trade turístico paraibano, pelo gerente da TAM, Bruno Sales, no restaurante Guliver. Bruno Sales ressaltou o empenho do governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima, para viabilizar o novo vôo para o Estado. "Este é o primeiro passo desta parceria", afirmou. O próprio governador manteve contato com o presidente da TAM, David Barioni, para viabilizar o retorno de vôos para o Estado. O gerente da TAM Linhas Aéreas disse que deverá se encontrar na próxima semana com o governador Cássio Cunha Lima e falou da perspectiva de crescimento no número de embarques, contando para isso com a parceria – que considera fundamental – com agentes de viagens, o trade e a população. Para o secretário executivo do Turismo do Estado, Arnaldo Júnior, este vôo representa muito para a Paraíba. "Além de ser um vôo direto para o maior centro financeiro e o maior emissor de turistas para nosso Estado, ocorre diariamente, o que facilitará em muito o fluxo entre São Paulo e João Pessoa", comentou. A presidente da PBTur (Empresa Paraibana de Turismo), Cléa Cordeiro Rodrigues, disse não ter dúvida de que a ação do Governo do Estado e do trade turístico paraibano foram importantes para o novo investimento da companhia aérea na Paraíba. Cléa Cordeiro destacou, inclusive, que a decisão do Governo de conceder a redução do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias) no combustível de aviação (de 17% para 3%) foi crucial para o sucesso da vinda desse novo vôo. "Trouxe nova possibilidade de investimento por parte das companhias aéreas para a Paraíba, sem dúvida", disse a executiva da PBTur. Fonte: Jornal do Turismo


14/novembro/2008 - Gol sem barrinhas de cereais?

GRAMADO (RS) - Primeiro foi num vôo noturno da ponte aérea Rio São Paulo: no curto trajeto com o avião lotado em que a refrigeração do ar não funcionava a contento por alguma falha no sistema, o comissário anunciou que o serviço de bordo seria servido e que o prato da noite era 'bacacalhau em natas'. Achei que era o calor a me derreter os miolos. Como assim? Bem, com este acordo operacional que integra rotas e equipes da Varig e Gol, que hoje pertencem a mesma cooperação, tudo é possível, pensei. E o prato veio quentinho numa embalagem feita especialmente com a logomarca da Gol e estava gostoso. Ontem, no vôo de duas horas entre o Rio e Porto Alegre, mais uma surpresa: sanduichinhos de peito de peru em brioches fresquinhos. A Gol já não é mais a mesma. Chegando na Serra Gaúcha, onde acontece até domingo o Festival de Turismo de Gramado, aproveitei a presença do vice-presidente de marketing e serviços da Gol, Tarcisio Gargioni, na abertura do evento, para esclarecer: Estou preocupada - disse - Nos dois últimos vôos que peguei da Gol não tinha nenhuma barrinha de cereal, nem biscoito recheadinho. O que está acontecendo com a Gol? Isso tudo é influência da cultura de serviço de bordo caprichado da Varig? Ou seria mesmo preocupação com a concorrência? Ele respondeu que a Gol mudou o conceito do serviço de bordo: - Para os vôos curtos de até uma hora continuaremos servindo a bolachinha recheada e para os vôos acima de uma hora e meia temos os sanduíches. Antes, tínhamos um serviço único. Fizemos uma adaptacão de acordo com o tempo de vôo. Nos vôos longos de mais de quatro horas temos duas classes, a econômica com pratos quentes e a classe confort com vinhos e entretenimento de bordo. Na Ponte Aérea, o serviço é totalmente diferenciado, a partir das 17h e no café da manhã também. Com mais alternativas o serviço ficou mais equilibrado e mais adequado ao público, com mais opções para quem faz mais de uma conexão. O novo modelo de serviço de bordo entrou em vigor no final de outubro para os vôos da malha nacional e, em novembro, na ponte aérea. Gargioni disse também que as mudanças não implicam em impacto econômico para a empresa na operação de baixo custo operacional, que sempre foi a estratégia da Gol. - No caso dos vôos no Brasil, o custo final ficou exatamento o mesmo da barrinha de cereais - disse o executivo acrescentando que às sexta-feiras à tarde na ponte aérea os passageiros são recebidos com sanduíche de picanha. Fonte: O Globo


14/novembro/2008 - OceanAir anuncia novos vôos diários de Porto Alegre a São Paulo

Para o Festival de Turismo de Gramado, a OceanAir promete novidades, como parte da ofensiva para retomada de seu plano de crescimento, que acontece antes do tempo previsto: lançamento de mais um vôo diário Porto Alegre – São Paulo (Guarulhos), Porto Alegre – Confins – Recife e Petrolina, a partir de dezembro, chegada de novos aviões Airbus em 2009, crescimento da malha aérea com aumento de sua frota de Fokker MK-28 também previsto para próximo mês e o lançamento do serviço Web Check-in para quem embarcar de São Paulo (Congonhas) e Rio de Janeiro (Santos Dumont). “O novo vôo direto para Guarulhos tem grande importância, complementa a frequência atual e , devido à chegada dos vôos internacionais , facilitará a conexão a Porto Alegre e outros destinos”, afirma Renato Pascowitch, diretor executivo da empresa. Segundo ele, a OceanAir reservou boas novidades para o final desse ano: recentemente, a empresa inaugurou novos destinos diários para as cidades de Fortaleza, Aracajú, Juazeiro do Norte e, em novembro, passou a operar em Manaus. Com estes novos vôos, a OceanAir projeta crescimento de 30 % em sua malha aérea, que também prevê o aumento de freqüências nos finais de semana. Dois jatos Mk-28 estão sendo incorporados à operação da malha aérea da Companhia – que passará a contar com 14 aeronaves sendo 11 em operação e um de reserva para garantir a eficiência da operação - e serão utilizados para ampliação das freqüências da ponte aérea Rio de Janeiro – São Paulo e de novos destinos ligando as regiões Sul ao Nordeste do País. A OceanAir continuará direcionando foco na Ponte, que conta hoje com dez diárias , com elevados índices de pontualidade e de ocupação. “O investimento nas operações domésticas faz com que a OceanAir ganhe mais visibilidade dentro do mercado nacional e conquiste cada vez mais clientes das diversas cidades do País. Já as promoções permitirão um maior acesso ao transporte aéreo e possibilitarão aos turistas conhecerem mais o país em que vivem”, afirma o diretor executivo da OceanAir. A chegada das aeronaves Airbus no próximo ano - o grupo Synergy, que controla a OceanAir, tem pedidos de compra de mais de 80 aviões, entre modelos da Airbus e da Boeing, sendo que parte delas serão destinadas às operações brasileiras - deverá proporcionar a volta dos vôos internacionais. “Vamos operar onde há demanda”, explica Pascowitch. Web Check-In A partir de dezembro, os passageiros que embarcarem de Congonhas (São Paulo) e Rio de Janeiro (Santos Dumont) , apenas com a bagagem de mão, serão beneficiados com Web Check-In. O cartão de embarque poderá ser emitido em suas residências ou escritórios e deverá ser apresentado com documento de identificação aos funcionários da companhia aérea no momento do embarque. Além dessa facilidade e outras novidades apresentadas no Festival de Gramado, a OceanAir se destaca por seus serviços diferenciados - novo cardápio que destaca o conceito de refeições baseadas na Primavera; promoções semanais para diversos destinos; maior espaço entre as poltronas e programa “Amigo” de fidelidade, que já conta com mais de 300 mil associados. Fonte: Jornal do Turismo


13/novembro/2008 - Passageiros trocam avião por ônibus

Por ser mais rápido, o avião é, de longe, o transporte preferido, mas o preço recorde das passagens tem afastado vários clientes. É o caso do representante comercial Tarcísio Neves, 55 anos, que freqüenta toda semana a ponte aérea Rio–São Paulo. Neves sentiu na pele, e no bolso, o aumento do bilhete aéreo, e vive em busca das promoções oferecidas pela internet. – Os preços já estavam altos e continuam. Como viajo toda semana, saio em busca da tarifa diferenciada – revelou Neves. – Se temos sorte, conseguimos viajar ida e volta por R$ 350. Fora da tarifa diferenciada, o preço chega para mais de R$ 1.000. O segredo das promoções, conta o executivo, é adaptar-se aos horários diferenciados, em que as companhias praticam os menores preços. – Cada vôo abre uma faixa de passagem mais barata, é preciso pesquisar. E no período do caos aéreo, aprendi que o ônibus pode ser uma excelente opção – destacou. Para Klaus Cruz, gerente de seguros, 33 anos, que também vive na ponte aérea, além de outros destinos como Curitiba e Minas Gerais, sua empresa já aconselhou os funcionários a agendarem as viagens com muita antecedência, de pelo menos três dias. O objetivo, segundo Cruz, é fazer com que a empresa consiga negociar mais promoções e pacotes com as companhias aéreas, e também possa usufruir das tais tarifas diferenciadas. Ônibus é alternativa As companhias aéreas têm perdido clientes para as empresas de ônibus. Essas, por sua vez, têm destinado cada vez mais recursos para embelezar e tornar a viagem de seis horas (trecho Rio–São Paulo) ainda mais confortável. É o exemplo da profissional de marketing Joana Duarte, 26 anos, que resolveu encarar a "ponte-rodoviária" exatamente por causa do preço salgado da passagem. A portuguesa vive no Brasil há alguns anos, e veio ao Rio passar férias com uma amiga conterrânea. Optou pelo ônibus executivo para voltar para São Paulo, e gastou apenas R$ 78. – Cotei antecipadamente o preço da passagem aérea nas duas companhias disponíveis, dois meses antes, mas os preços ultrapassaram a casa dos R$ 300. Ficou caro para nós – contou Joana, que corria para embarcar para São Paulo com a amiga, a arquiteta Ines Moura, também 26 anos. O motorista de ônibus José Alceu Pinto, 49 anos, afirma que prefere viajar de avião, "é muito mais rápido". Mas quando a companhia para a qual trabalha não consegue comprar com antecedência as passagens, e fica de fora das promoções, escolhe o ônibus para os funcionários. Ele, e mais cinco colegas, tiveram de escolher o ônibus executivo, e também pagaram R$ 78 pela viagem, por causa da urgência no embarque. Fonte: JB


12/novembro/2008 - Militares Suecos desenvolvem primeiro aeroporto portátil do mundo

As forças armadas suecas desenvolveram o primeiro aeroporto portátil do mundo, que será usado em áreas devastadas por catástrofes naturais, segundo informou o site “UOL”, nesta quarta-feira. O aeroporto, que começou a ser desenvolvido em 2002, possuí torre de controle, computadores, radares e sensores meteorológicos. Em regiões atingidas por desastres naturais, por exemplo, o aeroporto pode ser rapidamente transportado em containeres e ser montado para receber vôos de ajuda humanitária. Segundo informou o mesmo portal, a nova tecnologia já despertou o interesse de militares de outros países, como Polônia e Inglaterra. O equipamento estará pronto para uso em dezembro deste ano. Fonte: Jornal do Turismo


12/novembro/2008 - Azul recebe autorização da Anac para voar

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou nesta quarta-feira a emissão do Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo (Cheta) para a Azul Linhas Aéreas, que deve iniciar as operações já no início de dezembro. A emissão do Cheta é a última etapa antes da assinatura do contrato de concessão. Segundo a assessoria da Anac, a agência está finalizando as últimas análises sobre a nova companhia e o contrato será encaminhado para votação pela diretoria nas próximas semanas. A Azul informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o início das atividades comerciais da companhia deve ocorrer no início de dezembro, mas ainda sem data definida. A empresa planeja colocar passagens à venda em aproximadamente duas semanas. A companhia aérea utilizou no processo de certificação e homologação um avião Embraer 190 da JetBlue - pertencente ao mesmo dono da aérea brasileira, David Neeleman -, que foi arrendado para antecipar o início das operações. A princípio, a empresa havia anunciado que usaria apenas aviões Embraer 195. Para conseguir a autorização da Anac, a Azul passou por diversos testes para avaliar o treinamento da tripulação, a segurança do avião e a capacidade dos funcionários para lidar com situações de emergência. O vôo de avaliação ocorreu na última quinta-feira e o Cheta foi emitido no dia seguinte. Com isso, a companhia pode pleitear as rotas que pretende operar. Para o comandante Miguel Dau, vice-presidente operacional da empresa, a certificação se deu no prazo mais curto possível. Além do avião utilizado no processo de certificação, a Azul arrendou outro Embraer 190, que também está prontos para operar. A companhia aérea encomendou 40 aeronaves Embraer e fez opção de compras para outras 36. A preparação para a estréia da companhia, porém, acontece em um momento de recuo do mercado aéreo doméstico brasileiro. Em outubro, o setor amargou a primeira queda anual no número de passageiros transportados desde agosto de 2007, mês seguinte ao acidente da TAM que matou 199 pessoas em São Paulo. No mês passado, o tráfego doméstico caiu 3,9% contra igual período do ano passado, totalizando 3,781 milhões de passageiros. O setor é praticamente dividido pela TAM e pela Gol, que em outubro somavam 87% de participação nos vôos domésticos no Brasil. Fonte: Reuters.


12/novembro/2008 - Alitalia: comissão aprova venda, mas veta injeção de capital

Os meios de comunicação social italianos informaram que a Comissão Européia deverá aprovar a venda da Alitalia à CAI (Companhia Aérea Italiana - um grupo de investidores italianos), mas que deverá vetar a injeção de capital de 300 milhões de euros, levada a cabo pelo governo Italiano, para salvar a transportadora de bandeira. As mesmas fontes avançam que os responsáveis comunitários deverão exigir que os ativos da Alitalia sejam vendidos à CAI a “preços de mercado”, fazendo com que o comprador não tenha vantagens econômicas na operação. Daí que agora, a Comissão Europeia queira saber qual o valor da transportadora italiana - que até agora não tinha vindo a público. Fonte: Publituris


12/novembro/2008 - Share da Webjet cresce 248% no último ano

A Anac divulgou hoje os dados referentes ao transporte regular de passageiros no mês de outubro de 2008. A Tam obteve, mais uma vez, o melhor aproveitamento, respondendo por nada menos que 51,77% do total de paxs transportados, contra 35,23% da Gol, segunda colocada. O share da Tam subiu pouco mais de cinco pontos percentuais enquanto o da Gol seguiu o caminho inverso, tendo caído 7p.p. Os dez dias de operação unificada com a Varig, desde 19/10, ainda não foram suficientes para impactar o share da Gol positivamente. Outras empresas com desempenho favorável no doméstico foram a Varig, que foi de 2,74% de share em outubro do ano passado para 5,07% no mesmo mês de 2008 (mesmo com a cia. tendo praticamente desaparecido do doméstico a partir de 19/10); a Webjet, do grupo CVC, cuja participação, apenas no mês de outubro, passou de 0,94% do mercado em 2007 para 3,27% este ano (um crescimento de 247,8%); e a Trip, que subiu de 0,58% de share para 1,4%. Se a análise for feita durante todo o ano de 2008, a Tam também supera os 50%, com 50,29% de share de janeiro a outubro (no ano passado tinha 48,78% no mesmo período), enquanto o share da Gol caiu de 39,14% entre janeiro e outubro de 2007 para 37,1% no mesmo período de 2008. Varig subiu 2 p.p, de 3,55% para 5,59%. Já a Webjet foi de 0,72% para 2,21%. No internacional, considerando apenas as empresas nacionais, a Tam manteve a supremacia, com 83,84% somente no mês de outubro ou 73,44% no acumulado do ano. Gol respondeu por 6,7% do internacional em outubro e Varig 9,09%, enquanto de janeiro a outubro tiveram 9,35% e 16,23% respectivamente. Em outubro de 2007, a Gol tinha 11,54% do share internacional e a Varig 15,49%. Fonte: Panrotas


12/novembro/2008 - Tráfego de outubro: regulares com oscilações e low cost sobem

Os números de outubro, relativamente ao tráfego, mostram várias oscilações entre as companhias regulares, enquanto que as low cost, o geral, apresentaram uma tendência ascendente. Assim, durante o mês de outubro, a Air France-KLM viu o número de passageiros transportados subir 5,7%, comparativamente com o mesmo mês do ano passado, tendo voado com o grupo um total de 6,62 milhões de pessoas. O load factor subiu 0,7% até aos 81,3%. Já a Lufthansa registrou uma descida de 3,2%, no que refere aos passageiros transportados, tendo voado com a companhia aérea alemã 5,07 milhões de pessoas. A taxa de ocupação também desceu (3%) até aos 78,1%. Por seu lado, a Swiss - detida pela Lufthansa - viu o número de passageiros subir 6,9%, até aos 1,2 milhões de passageiros, enquanto que o load factor desceu ligeiramente (0,7%) até aos 82%. As transportadoras do grupo SAS (a própria SAS, a Spanair, a Wideroe e a Blue1) tiveram no seu conjunto uma descida de 11,5% de passageiros transportados (3,2 milhões em números concretos). Também o load factor registrou uma queda, de 3,7%, até aos 69%. Na Finnair, os números de outubro mostraram-se mais otimistas, com uma subida de 4,8%, o que significa que voaram com a companhia aérea finlandesa 751,9 mil pessoas. A taxa de ocupação subiu 1,7%, até aos 78,2%. Na Airberlin, o número de pessoas transportadas desceu 4,4%. A ex-companhia de baixo custo transportou 2,7 milhões de pessoas, tendo também o load factor descido (1,6%), para os 80,1%. Low Cost sobem Entre as low cost européias, a Norwegian teve uma subida de 16% no que diz respeito aos passageiros transportados, o que significa que voaram com a companhia de baixo custo 713,956 pessoas. O load factor subiu 1% até os 79%. Outra subida foi registrada entre os passageiros que voaram com a Ryanair (mais 18%), que no total foram 5,35 milhões. O load factor manteve-se nos 85%. A easyJet viu o número de passageiros aumentar 18,5%, tendo voado com a low cost britânica 3,96 milhões de pessoas, enquanto que a taxa de ocupação subiu 1,4% até aos 83,9%. A Monarch registou uma subida de 7,3%, tendo transportado 394,623 pessoas. No entanto, o load factor registrou uma descida de 2%, tendo-se situado nos 81,2%. A única low cost da listagem do e-tid - site especializado em turismo - a transportar menos passageiros foi mesmo a eslovaca SkyEurope, que viu os números de outubro descerem 10,1%, até aos 274,039 passageiros. O load factor caiu 6,8% até aos 68%. Fonte: Publituris


12/novembro/2008 - Rio veta mais vôos para Santos Dumont

O Governo do Rio é contra a abertura do aeroporto Santos Dumont para mais vôos além da Ponte aérea Rio-São Paulo e regionais. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Julio Bueno, a audiência pública proposta pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para acabar com as restrições no Santos Dumont compromete a revitalização do Galeão e prejudica a concessão do aeroporto, com o risco de esvaziamento. Bueno disse que o governo vai participar ativamente da consulta pública e usará até de medidas legais para impedir a transferência de mais vôos para o Santos Dumont. O governo é contra a abertura indiscriminada do Santos Dumont. Não podemos esvaziar o Galeão. No segundo semestre será lançado o edital de concessão. Nesse momento, somos contra. Mas depois da concessão, vale a concorrência - argumentou o secretário, acrescentando que a atual situação do Galeão dá mais peso ao processo de concessão que, segundo ele, tem entre os interessados empresas que operam os aeroportos de Paris (França) e Frankfurt (Alemanha). O diretor da Anac Alexandre Gomes de Barros voltou a dizer que, com base em estudos, a agência identificou que as restrições no Santos Dumont feitas em 2004 não ajudaram a melhorar o movimento dos aeroportos do Rio. Julio Bueno disse que não diverge da tese da Anac, mas da estratégia. E considera que a precipitação da Anac com a consulta pública está relacionada à companhia aérea Azul, que pleiteia sua entrada no Rio a partir do Santos Dumont. - Adoramos a Azul, mas amamos o Rio. Se a condição é voar pelo Santos Dumont, nesse momento somos contra - disse o secretário. Sobre o fato de a Azul ter dito que traria sua área operacional para o Rio. Bueno disse que, se a empresa quer vir mesmo para a cidade, que monte a sede totalmente aqui. - De que adianta a área operacional se a sede continua em São Paulo? Tem de ser totalmente carioca, os executivos têm de morar no Leblon - afirmou ele. O diretor de Marketing da Azul, Glanfranco Beting, disse que a empresa não pode iniciar vôos do Galeão, já que seus aviões Embraer, com 100 lugares, não têm competividade com modelo de mais de 180 lugares das concorrentes que operam no Galeão. - Temos interesse no Rio, mas não faremos nada que nos impeça de competir e sobreviver. Nas ultimas reuniões com o governo do estado, explicamos que é difícil competir pelo Galeão. Queremos operar 22 destinos partindo do Rio, gerar sete mil empregos, movimentar a economia. A Azul mantém os planos de começar a voar em dezembro. Ao ser perguntado como fica a situação da empresa já que a consulta pública do Santos Dumont ainda será lançada, Beting não escondeu que há interesse de cidades como Campinas pela companhia. - Tudo dependerá da sinalização do governo do Rio. A cidade já perdeu uma grande empresa e a Azul adoraria ser uma empresa do Rio. Fonte: O Globo


12/novembro/2008 - TAM e Gol obtêm áreas para terminais em Guarulhos

A TAM e a Gol conseguiram áreas no aeroporto internacional de Guarulhos para construir terminais de cargas. A Infraero, estatal que administra a infra-estrutura aeroportuária, informou que apenas as duas companhias aéreas mostraram interesse por dois terrenos existentes, de forma que não foi aberto processo de licitação para a concessão das áreas. A TAM terá um terreno de aproximadamente 8,8 mil m, segundo a Infraero. A Gol informou que sua área está próxima de 10 mil m. A TAM calcula que serão necessários investimentos de aproximadamente US$ 30 milhões para erguer o terminal. A estrutura dará suporte ao manuseio de carga internacional, segmento em ascensão desde que a companhia aérea ampliou a oferta de vôos ao exterior, especialmente para a Europa. Os investimentos podem acontecer em 2009 desde que a TAM consiga financiamento com o BNDES, disse o vice-presidente de finanças e relações com investidores da empresa, Líbano Barroso. Na segunda-feira, durante apresentação para investidores, o executivo informou que a prioridade da companhia aérea no próximo ano é preservar o caixa e o nível de liqüidez, de forma que projetos dependentes de recursos próprios podem ser adiados. A TAM também disse que pretende cortar entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões em custos não ligados diretamente às operações aéreas. A Gol informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que pretende começar os investimentos o mais rápido possível. A empresa depende apenas de algumas assinaturas finais no processo de concessão. Entre janeiro e setembro, a TAM obteve receita de R$ 730 milhões com transporte de cargas, o que representa pouco mais de 9% da receita bruta total da companhia no período, de R$ 7,97 bilhões. A carga internacional, sozinha, gerou R$ 393 milhões. Neste ano, a empresa ampliou sua oferta internacional de vôos para carga e passageiros em 40%. Um dos impulsos para esse aumento foi a incorporação de dois Boeings 777 na frota, que têm porões maiores, em substituição a aeronaves MD-11. No caso da Gol, a companhia obteve receita líquida de R$ 170 milhões com cargas nos primeiros nove meses deste ano, valor 46% superior ao registrado no mesmo período de 2007. A empresa atua principalmente com carga doméstica. Fonte: Valor


12/novembro/2008 - Kenya Airways planeja vôos para São Paulo

A crise econômica pode até mudar os planos, mas se o panorama mantiver estável a Kenya Airways deve começar a operar seus vôos no Brasil em breve. Em visita a sede paulista do MERCADO & EVENTOS, Richard Nuttall, diretor Comercial da empresa, confirmou que a empresa tem planos de voar para São Paulo. Junto com ele estava Fabiano Schmidt, gerente de Vendas da Strategic Aviation Planning, empresa representante da companhia no Brasil. Ele confirmou que antes de anunciar vôos para e partindo do país, é preciso consolidar o nome da empresa no Brasil e colocar uma equipe de vendas. "Em seguidas vamos correr atrás da Anac e tentar as rotas", disse. Hoje a Kenya, segundo ele, é uma das maiores empresas aéreas da África, com 75% dos seus vôos fazendo hub em Nairobe, capital do Quênia, e voando para todo o continente, Ásia e Europa. A empresa vai receber em três meses mais quatro B777, que já estão comprometidos. Em 2009 serão mais seis B767 e, segundo Nuttall, o Brasil pode entrar nessa lista. "O Brasil tem muita carência de vôos para a África. Hoje há apenas duas empresas (South African Airways e OceanAir) voando, mas não operam para a região onde se encontra o Quênia. Por isso acreditamos no sucesso desta rota", justifica o diretor. Ele lembra que as américas estão no plano de expansão da empresa aérea e que São Paulo disputa preferência com outros mercados, como, por exemplo, Nova York. Em relação a conflitos políticos vividos à época da eleição presidencial, Nuttall confirmou que foi um fato atípico e que o Quênia é considerado um dos países mais seguros da África. Fonte: Mercado e Eventos


11/novembro/2008 - Mato Grosso do Sul negocia vôos para Bonito com Webjet

O gerente de Promoção e Divulgação do Mato Grosso do Sul, Matheus Dauzacker Neto, confirmou ao MERCADO&EVENTOS, que ainda este mês deverá ser firmado um acordo com a Webjet. O estado negociam com a companhia aérea brasileira vôos fretados saindo de São Paulo com destino ao novo aeroporto de Bonito. "Também estamos pleitando frequencias junto com a Trip e Gol. Nossa idéia é aumentar em 30% o número de turistas que visitam Bonito". Atualmente, o destino recebe 75 mil turistas, sendo que 85% deles são estrangeiros. Dauzacker anunciou ainda que o estado continuará em 2009 com suas ações de promoção no mercado externo. Somente no primeiro semestre, Mato Grosso do Sul visitará dez países, incluindo o Japão e a China, para apresentar o projeto do Trem do Pantanal, que inaugura em maio de 2009. "Estamos recebendo muitos operadores europeus interessados em vender esse produto", comentou. Para a estréia do trem, já está confirmada a presença do presidente Lula. Fonte: Mercados e Eventos


11/novembro/2008 - Trip amplia cobertura no Pará e no Amazonas

Investimentos consistentes para desenvolver a aviação regional no Amazonas e aperfeiçoar o transporte da população local. Esse é o grande passo que a Trip Linhas Aéreas dá a partir desta terça-feira, quando lança malha aérea que oferece novos destinos, rotas que interligam a capital ao interior do Estado e também ao Pará, além da chegada do ATR-72 e do ATR 72-500, com mais capacidade para atender os passageiros. “Temos um compromisso com a população amazonense que depende muito do transporte aéreo. Por isso, desenvolvemos um Plano de Expansão específico para a região. O objetivo é ampliar ainda mais nossos investimentos no Estado nos próximos meses”, explica Evaristo Mascarenhas de Paula, diretor de Vendas e Marketing da Trip. A companhia passa a oferecer uma operação muito mais abrangente nas cidades onde atua. Lança mais uma freqüência exclusiva entre Manaus e Tabatinga (a 1.105 quilômetros da capital), agora diária e sem escalas. A inclusão desta cidade no mapa de atuação da Trip terá importante reflexo no deslocamento da região já que está localizada na divisa do Brasil com a Colômbia, sendo destino constante de turistas e executivos. No total, sete municípios compõem esta nova rota, que realiza uma importante ligação entre Manaus e a capital paraense. Originalmente o vôo sai de Belém, passando por Altamira, Santarém e Porto de Trombetas. De lá, conecta-se com o Estado do Amazonas, indo para Parintins, Manaus e Tabatinga, fazendo, a partir daí, o retorno para Manaus, Parintins, Porto de Trombetas, Santarém, Altamira e Belém, de Segunda a Sexta-feira. Aos sábados vai de Belém a Manaus (passando por todas estas cidades), e aos domingos faz o retorno. Outra importante rota, de segunda a sexta-feira, inclui Itaituba, onde a Trip inaugura uma nova operação. Saindo de Manaus, o vôo passa por Parintins, Itaituba, Santarém, Altamira, Belém, Tucuruí e Carajás. Para completar as novidades na atuação no Amazonas e no Pará, a companhia amplia de 10 a 15% a oferta dos assentos promocionais em cada vôo. “Ainda não conseguimos baixar os valores como gostaríamos por conta do alto preço do querosene de aviação praticado na região. Mas já iniciamos os investimentos no Estado e estamos trabalhando para reduzir o valor das passagens”, afirma Evaristo. Fonte: Jornal de Turismo


11/novembro/2008 - Monomotor faz pouso forçado no interior de São Paulo

Um monomotor fez um pouso forçado nesta segunda-feira (10) em Adolfo, a 455 km de São Paulo. A mercadoria que estava dentro do avião foi apreendida em três veículos na região de Sales, a 435 km da capital paulista. Duas pessoas foram presas sob suspeita de contrabando dos produtos - equipamentos de informática. O avião com capacidade para seis pessoas fez o pouso forçado em uma fazenda. A aeronave ficou danificada e os trens de pouso quebraram. Segundo a polícia, caixas com material de informática foram transferidas para uma caminhonete e dois furgões. Os veículos pertenciam a uma empresa de transporte de Ribeirão Preto, distante 313 km de São Paulo. Os carros e os produtos foram apreendidos durante uma abordagem da polícia em Sales. Os dois presos e a mercadoria apreendida foram encaminhados para a Polícia Federal de São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo. Fonte: G1


11/novembro/2008 - Aeroporto Santos Dumont poderá ter mais vôos em 2009

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) colocará em consulta pública, na próxima semana, a revogação da regra que só permite que o Aeroporto Santos Dumont tenha vôos da ponte aérea Rio-São Paulo e rotas regionais em aviões com menos de 50 assentos. As restrições estão na portaria 187, de 8 de março de 2005, do antigo Departamento de Aviação Civil (DAC). Segundo o diretor da Anac, Alexandre Gomes de Barros, a consulta pública vai durar 30 dias. Para chegar à consulta pública, a Anac pesquisou os dados de tráfego no aeroporto internacional Antônio Carlos Jobim (Galeão), de 2003 a 2007. Os vôos do Santos Dumont foram transferidos para lá em 2004, com o objetivo de alavancar o movimento no aeroporto, mas, segundo Barros, isso não aconteceu. "De 2003 a 2008 o tráfego total no mercado doméstico, considerando Santos Dumont e Galeão, cresceu 9,1% ao ano. No país, o aumento foi de 11%. A transferência não alavancou o tráfego no Rio, que perdeu atratividade para passageiros de negócios em rotas para Brasília, Vitória e Minas Gerais. O Santos Dumont tem como atrair estes passageiros", disse Barros. Fonte: Mercados e Eventos


11/novembro/2008 - Azul quer iniciar operação em dezembro

A Azul Linhas Aéreas se prepara para levantar vôo no dia 15 de dezembro com duas aeronaves. A companhia traçou três planos para começar a operar neste ano. O "plano A" da Azul, contudo, depende de mudanças de regras feitas pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para a companhia decolar e pousar no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. "Estamos acelerando as operações. Vamos voar neste ano", disse à Folha o diretor de marketing da Azul, Gianfranco Beting. Prevista para decolar em janeiro, a Azul decidiu sair do chão em dezembro para aproveitar a queda do preço do barril de petróleo e as dificuldades financeiras enfrentadas por TAM e Gol/Varig no final do ano, quando há aumento no fluxo de passageiros. As rotas da companhia ainda são mantidas sob sigilo. A Azul pediu, em junho, autorização à Infraero para se instalar imediatamente nos aeroportos de Campinas, Curitiba e Rio de Janeiro (Santos Dumont) para garantir a emissão do Cheta (Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo). Na semana passada, o Embraer 190 da Azul escolheu os aeroportos Viracopos (Campinas) e Salgado Filho (Curitiba) como bases para fazer o primeiro vôo de inspeção da Anac. Depois de fazer o teste, com direito a simulação de passageiro com ataque cardíaco, a aeronave retornou ao Rio de Janeiro. O vôo de inspeção é a última etapa para a obtenção do Cheta. "Ainda não temos o Cheta, mas temos a indicação com louvor", afirmou Beting. Fonte: Folha de S. Paulo


11/novembro/2008 - Gol prevê desaceleração do mercado doméstico em 2009

SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea Gol informou nesta terça-feira que prevê o mercado doméstico expandindo em 6% em 2009 em relação a este ano, num ritmo menor do que o crescimento de 8,5% previsto para 2008. A companhia anunciou ainda que prevê investir R$ 1,15 bilhão em 2009 contra R$ 950 milhões este ano. A expectativa para o preço médio do petróleo passa de US$ 105 o barril este ano para US$ 85 o barril em 2009. Fonte: UOL


11/novembro/2008 - United oferece benefícios a passageiros através de seu site

A United Airlines dará um desconto de 20% na taxa de US$ 15 cobrada pelo despacho de uma primeira mala de seus passageiros sempre que o pagamento for feito pelo site united.com. A novidade vale somente nos vôos internos nos Estados Unidos e permanecerá em vigor até o dia 31 de janeiro de 2009. A empresa também anunciou o cancelamento do aumento, anunciado anteriormente, na taxa para o despacho da segunda mala. O valor permanecerá, assim, em US$ 25 por percurso. As medidas fazem parte de um conjunto destinado a usar a internet para facilitar o trânsito dos passageiros pelos aeroportos. Os que aceitarem a opção poderão deixar a bagagem cuja taxa já foi paga em locais especiais organizados em aeroportos, sem a necessidade de passar pelo balcão. Também é possível pagar agora pela internet o acesso ao setor Economy Plus, que oferece espaço até 12,5 cm maior entre as poltronas, e o Award Accelerator, um sistema que, com o pagamento de uma taxa a partir de US$ 9, permite ao cliente acrescentar um número maior de milhas à sua carteira no plano Mileage Plus. O vice-presidente e principal encarregado dos setores de Marketing e Atendimento ao Cliente da United, Dennis Cary, destacou que as inovações se destinam a aumentar o conforto do consumidor e se baseiam em entrevistas e sugestões feitas pelos próprios clientes da empresa. "As mudanças têm como meta dar ao cliente maior poder de escolha e flexibilidade para personalizar sua experiência de viagem, permitindo à empresa, ao mesmo tempo, manter seus preços competitivos, em um mercado em constante modificação", declarou. Mais informações: www.united.com.br e www.united.com/baggage Fonte: Mercados e Eventos


11/novembro/2008 - Infraero apura crescimento de paxs em Palmas (TO)

As estatísticas do mês passado mostram o embarque e o desembarque de 20,8 mil passageiros no Aeroporto de Palmas/Brigadeiro Lysias Rodrigues. Segundo a Infraero, que administra o terminal, nos dez primeiros meses do ano o aeroporto registrou a movimentação de 217.127 passageiros – número 14,01% maior que no mesmo período de 2007. O movimento de aeronaves em outubro foi de 1.015, entre pousos e decolagens, com aumento de 7,9% em relação a outubro do ano passado, quando houve 941 movimentos. Fonte: Panrotas


10/novembro/2008 - Projeto pune empresas aéreas por atraso ou overbooking

O transportador aéreo será responsabilizado sempre que houver atraso, interrupção ou cancelamento de vôo, recusa de embarque por excesso de reservas (overbooking) e dano a passageiro ou a sua bagagem. É o que determina substitutivo do senador Expedito Júnior (PR-RO) que está na pauta da reunião da última quinta-feira na CDR (Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo). O substitutivo foi elaborado a partir de quatro projetos de lei - PLSs 114/04 e 429/07, ambos da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT); PLS 283/07, do senador Renato Casagrande (PSB-ES), e PLS 533/07, de autoria de Aloizio Mercadante (PT-SP) -, que propõem alterações no CBA (Código Brasileiro de Aeronáutica), instituído pela Lei 7.565/86. Em seu substitutivo, Expedito Júnior explica que a legislação em vigor é falha, pois atende tão somente aos interesses comerciais, não conferindo, aos passageiros, garantias satisfatórias no caso de falhas por parte das companhias aéreas. "Não nos parece que a mera transferência da obrigação contratual do transportador para outro vôo, em horário posterior, ou a simples restituição do valor pago pela passagem sejam medidas capazes de garantir a justa compensação de danos morais e, eventualmente, materiais, sofridos pelos passageiros", afirma Expedito Júnior, com base no CBA. Proposta Pelo substitutivo, que tramita em decisão terminativa na CDR, em caso de cancelamento de vôo ou atraso superior a duas horas na partida, o passageiro fará jus à indenização no valor correspondente ao da tarifa integral cobrada pelo transportador para a emissão de bilhete aéreo entre o ponto de embarque e o ponto de destino do viajante, sem descontos, independentemente de conexões e escalas. Ainda assim, a indenização não exime a empresa de garantir o direito contratual ao transporte previsto no bilhete ao passageiro prejudicado, que poderá optar pelas seguintes alternativas: acomodação em vôo que ofereça serviço equivalente para o mesmo destino, no prazo de quatro horas a contar do horário previsto para o embarque, e reembolso do valor do bilhete. Se o atraso do vôo resultar em perda de conexão que levaria o passageiro a seu destino final, a indenização será paga independentemente do tempo de atraso, ainda de acordo com o texto. No entanto, será reduzida em 50% quando, acomodado em outro vôo, o passageiro conseguir chegar a seu destino com até duas horas de atraso. Segundo o substitutivo, ainda, nenhuma indenização é devida caso o atraso ou o cancelamento de vôo tiver como causa condições meteorológicas que impeçam pousos e decolagens ou ainda qualquer outro tipo de circunstância extraordinária da qual o transportador dê prova de que não poderia ter sido evitada. Já no caso de interrupção ou atraso superior a duas horas em aeroporto de escala, o passageiro poderá optar por endosso do bilhete de passagem do trecho não voado ou por restituição do valor do bilhete correspondente ao trecho não voado. Se optar pela restituição, o passageiro terá assegurado o direito ao vôo de regresso ao ponto de partida inicial. Além disso, todas as despesas decorrentes da interrupção ou atraso da viagem, inclusive relativas a transporte de qualquer espécie, alimentação e hospedagem, correrão por conta do transportador contratual, sem prejuízo da responsabilidade civil. Pela proposta que será analisada, a bagagem deverá ser entregue ao passageiro, em bom estado de conservação, no prazo máximo de 20 minutos após o desembarque. Do contrário, o transportador fica obrigado a pagar o equivalente à metade do valor integral da tarifa do trecho consignado no bilhete de passagem, sem descontos. Morte - No caso de morte ou lesão corporal grave e permanente ocorrida em vôo, a indenização que vier a ser estipulada pelo juiz a cada passageiro ou tripulante não poderá ser inferior a R$ 1 milhão, no caso de morte, e a R$ 750 mil, quando se tratar de lesão grave ou permanente. Overbooking - A indenização devida ao passageiro prejudicado pela prática do overbooking será equivalente à tarifa integral cobrada pelo transportador para a emissão de bilhete aéreo. Mesmo assim, o passageiro ainda tem o direito ao transporte previsto no bilhete ou a uma das seguintes alternativas: acomodação em vôo que ofereça serviço equivalente para o mesmo destino, no prazo de quatro horas a contar do horário previsto para o embarque; reembolso do valor do bilhete e endosso da passagem. No caso de no show - quando o passageiro não comparece para o embarque no horário estabelecido -, a empresa ainda tem o dever de restituir a quantia paga pelo bilhete. Poderá, no entanto, ser deduzida, a título de taxa de serviço, a parcela de dez por cento do montante da restituição devida ao passageiro. Em seu parecer, Expedito Júnior lembra que, em relação aos casos de overbooking, o CBA é totalmente omisso e não está prevista, atualmente, qualquer penalidade aos cancelamentos ou atrasos superiores a quatro horas. "Não se justifica a persistência de lacunas legais existentes no CBA. Torna-se, assim, premente que, em substituição à difícil batalha das indenizações mediante processo civil, a legislação específica do setor assegure aos passageiros do transporte aéreo a perspectiva da reparação certa, compatível com os danos sofridos e passível de obtenção sem custos e sem demoras", declara o relator. Fonte : Jornal de turismo


10/novembro/2008 - Gol lança Classe Comfort para Buenos Aires em vôo operado pela Varig

A Gol, companhia aérea brasileira de baixo custo, acaba de lançar a classe Comfort em um vôo diário de ida e volta entre São Paulo (Guarulhos) e Buenos Aires (Aeroporto de Ezeiza), na Argentina, operados com aeronaves Boeing 737-800 Next Generation da Varig. A classe Comfort, recém-lançada pela companhia, disponibiliza ao cliente check-in e embarque prioritários, acesso à sala VIP internacional do aeroporto internacional de Guarulhos, bônus de 25% no acúmulo de milhas SMILES e dez quilos de franquia adicional de bagagem. A bordo, a cabine oferece maior espaço entre as poltronas, mais privacidade, opções de cardápios exclusivos e um avançado sistema de entretenimento individual, o PEA (Personal Entertainment Appliance), que conta com um amplo portfolio de filmes, séries, desenhos animados, música e jogos eletrônicos. As demais freqüências entre os dois países, quase 80 semanais, seguem operadas pela marca Gol, em aeronaves configuradas em classe única de serviços. Fonte : Jornal de Turismo


10/novembro/2008 - Anac proíbe vôos da empresa de táxi-aéreo NHR

RIO - A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) suspendeu o Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo (CHETA) da NHR Táxi-Aéreo Ltda, de Sorocaba (SP). Desde sábado, dia 8 de novembro, a companhia está proibida de realizar vôos com passageiros ou carga, seja com aviões ou helicópteros. A decisão da ANAC foi tomada após vistorias dos inspetores da Agência que encontraram irregularidades que comprometiam a segurança operacional da empresa. As vistorias ocorreram nos meses de junho, agosto e outubro, após denúncias recebidas pela ANAC. No dia 30 de junho, a Agência havia proibido a decolagem de uma aeronave da empresa no Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro. A aeronave transportava carga acima do limite de peso permitido para aquele modelo de avião, além do fato de que a carga estava acondicionada de forma irregular. Nas vistorias também foram identificados o descumprimento da Lei do Aeronauta, do programa de treinamento e do programa de manutenção, com prazos de validade vencidos em alguns itens. A proibição fica em vigor até que os problemas sejam sanados. Só estão permitidos os translados das aeronaves que se encontram fora da base da empresa até Sorocaba, devidamente autorizados pela Agência. A NHR, que opera desde 2004 e tem uma frota de nove aeronaves, que também tiveram seus Certificados de Aeronavegabilidade suspensos. A ANAC convocou a empresa para que apresente as ações preventivas e corretivas que pretende tomar para revogar a suspensão. A companhia irá se reunir com a ANAC nesta terça-feira, dia 11 de novembro. Fonte: O Globo


10/novembro/2008 - Azul sai do chão pela primeira vez

Empresa foi aprovada em vôo de inspeção da Anac que teve até simulação de passageiro com ataque cardíaco. A Azul Linhas Aéreas obteve na última quinta-feira a certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar como empresa aérea no Brasil, e planeja iniciar operações até o dia 15 de dezembro. O Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo (Cheta) foi concedido após aempresa ser aprovada no “vôo de inspeção”, um vôo demonstração em que inspetores da Anac analisam todos os procedimentos da empresa, desde o check-in até a capacidade da companhia de reagir a imprevistos. A reportagem do Estado acompanhou com exclusividade o dia da obtenção do Cheta e participou do primeiro vôo da Azul após o vôo de inspeção, fazendo o trajeto de Viracopos (Campinas) para o Santos Dumont (Rio). Por razões de segurança, a legislação da Anac não autoriza passageiros nos vôos de inspeção. A Azul escolheu as bases de Viracopos e Curitiba para realizar seu vôo de inspeção, apontando Porto Alegre como alternativa caso houvesse algum impedimento em Curitiba. (As rotas da companhia ainda não foram anunciadas, mas aescolha dos três destinos indica que eles farão parte da malha.) A inspeção do vôo AD 9641 começou no balcão do check-in da empresa em Viracopos. Um inspetor da Anac se apresentou com a xerox de sua carteira de identidade documento rejeitado pela funcionária da companhia. Ponto para a Azul, uma vez que a legislação exige documento original. Antes da decolagem, alguns imprevistos simulados: excesso de peso no avião e vazamento de combustível — prontamente solucionados pela equipe de manutenção. O jato Embraer 190, batizado de “O Rio de Janeiro continua Azul”, decolou de Campinas para Curitiba às 12h27 de uma quinta-feira nada azul. Atraso de 27 minutos, por razões meteorológicas. O aeroporto de Viracopos, que raramente fecha por condições climáticas, passou parte da manhã fechado. “Encomenda da concorrência”, brincava a equipe da Azul. Segundo relato do vice-presidente operacional da Azul, Miguel Dau, o trajeto até Curitiba foi absolutamente normal, sem imprevisto — real ou simulado. Os três comissários a bordo serviram aos passageiros-inspetores sanduíches tipo wrap com salada e um doce, além de sucos, refrigerantes e água. Foi a única parte não fidedigna do vôo, já que o serviço de bordo real da companhia será mais modesto: haverá seis opções de pacotes de salgadinhos e doces (como amendoim e batata frita), das quais o passageiro poderá se servir livremente. O grande teste para a Azul começou poucos minutos após a decolagem de Curitiba. Um inspetor da Anac que na vida real sofre de problemas de coração, começou a “passar mal”. “No começo ficamos na dúvida se era verdade ou simulação, mas depois vimos que fazia parte do teste”, contou Dau. Depois de checar se havia algum médico abordo, como mandam os proçedimentos, o comandante Álvaro Netp, que também é o diretor de operações da nova empresa, decidiu voltar para Curitiba para que o “passageiro” pudesse ser socorrido. Foi informado, porém, que o aeroporto acabara de fechar. Ele tentou então Porto Alegre, mas o aeroporto Salgado Filho também estava fechado, assim como Viracopos. Restou ao comandante voar para Florianópolis, embora a empresa não tivesse equipe de apoio em terra. Os momentos de tensão no avião eram sentidos em terra pelo gerente de manutenção de linha (que cuida da manutenção nos aeroportos),.Antonio Carraça, que estavá em constante comunicação com a cabine do avião e com o Centro de Controle Operacional (CCO) na sede dá Azul em Alphaville - a Azulville. Com a informação de que o avião seguiria para Florianópolis, Carraça acionou o mecânico da empresa na cidade, que foi imediatamente para o aeroporto. Feitas as inspeções de praxe e com um novo plano de vôo, o avião voltou para Campinas. O exercício pôs a prova o sistema de comunicação da Azul, que permite o contato entre o avião, o aeroporto e o CCO, através de equipamentos VHF interligados a uma rede VoIP. “Esse sistema se mostrou de extrema confiabilidade”, afirmou Dau. Na chegada, por volta das 19 horas, ainda na pista do aeroporto de Viracopos, o inspetor-chefe da Anac, Dalton Machado, reuniu a equipe da Azul para o chamado “debriefing” e a parabenizou “pela excelência em segurança operacional”. Emocionada, toda a equipe da Azul embarcou em seguida para o Rio de Janeiro, em um vôo com direito a champanhe e bolo de aniversário — fornecido por uma das grandes empresas de catering de avião, a Gate Gourmet (que disputa a conta da Azul com a Sky Chefs). Enquanto dá as orientações para o início do desembarque, a comissária Luísa Lage não se contém e chora. Miguel Dau pega o microfone e saúda a tripulante. “O sentimento da Luísa é o de toda a equipe Azul. Vocês estão vendo o nascimento da esperança, de uma aviação moderna e segura. Fonte: O Estado de S.Paulo


10/novembro/2008 - Avião com 166 a bordo faz pouso forçado em Roma

Um avião da empresa Ryanair que vinha de Frankfurt, na Alemanha, teve de fazer um pouso de emergência no aeroporto Ciampino, em Roma, nesta segunda-feira, devido a problemas no trem de pouso, segundo as autoridades italianas de aviação. Segundo as primeiras informações, nenhuma das 166 pessoas que estavam a bordo ficou gravemente ferida durante a aterrissagem. O diretor do aeroporto, Sergio Legnante, disse que cinco pessoas precisaram de atendimento médico. "Eles não se machucaram, apenas entraram em choque pelo o que aconteceu", disse, em entrevista. Até por volta das 9h20 (de Brasília), o avião ainda estava na pista em função dos estragos causados pelo pouso forçado. Fonte: Terra


10/novembro/2008 - Etihad Airways investe 14 bilhões de euros na expansão

A companhia aérea Etihad Airways, dos Emirados Árabes Unidos, é responsável por 6,8% do produto interno bruto (PIB) não-petrolífero do emirado de Abu Dhabi, o maior e mais rico do país, e 2,8% do PIB total. Até Julho deste ano, a companhia havia encomendado 205 aeronaves, no valor total de 158 bilhões de dirhans (33,8 biliões de euros), incluindo 100 jatos (pedidos firmes). A expansão da frota deverá custar a Etihad mais de 14 bilhões de euros nos próximos 12 anos. O investimento da Etihad Airways em aeronaves é estimado em 628 milhões este ano, e a para o ano que vem a previsão é de que sejam gastos de 471,1 milhões a 550 milhões. A companhia, que já transportou quase 14 milhões de passageiros em mais de 87 mil vôos para 48 destinos no Oriente Médio, África, Austrália, Europa, América do Norte e Ásia, pretende transportar 25 milhões de passageiros ao ano e voar para 100 destinos até 2020. Para sustentar esse plano de expansão, a Etihad quer aumentar seu quadro de funcionários dos atuais 6,7 mil para 27 mil até 2020. A frota da companhia aérea é de 39 aeronaves e deve chegar a 42 até o fim do ano. Fonte: Opção Turismo e Aeroblog


10/novembro/2008 - Embraer diz que crescimento do mercado na A. Latina continuará firme

A Embraer mantém boas perspectivas de longo prazo para a aviação internacional e prevê que o crescimento do mercado na América Latina e em outras regiões emergentes continuará firme. Segundo o relatório de perspectivas de longo prazo divulgado hoje, a empresa acredita que será mantido o crescimento dos segmentos de aviação executiva e aviões comerciais médios, apesar da atual crise financeira mundial. O anúncio foi feito no Encontro Anual de Analistas e Investidores, que terminou nesta sexta-feira em São José dos Campos, interior de São Paulo, onde fica a sede principal da empresa. "A demanda do transporte aéreo mundial deverá crescer, em média, cerca de 5% ao ano entre 2009 e 2028", diz o relatório. A Embraer estima que a indústria de transporte aéreo reagirá positivamente, após o término do atual período de crise econômica, e que no longo prazo a tendência de crescimento da demanda será mantida", acrescentou. A entidade ratificou sua previsão de que a China será a maior responsável pelo crescimento do mercado nos próximos 20 anos, com uma taxa anual superior a 7,5%, "seguida pelas regiões da América Latina, Rússia e Comunidade dos Estados Independentes (CEI)", ambas com taxa média anual de 6%. A demanda da Ásia Pacífico e da África crescerão em torno de 5%, e os mercados da Europa e da América do Norte, 4%. A Embraer prevê uma demanda mundial de 6.750 aviões com capacidade de 30 a 120 assentos nos próximos 20 anos, com vendas de novas aeronaves no valor de US$ 220 bilhões. Desse total, 2.950 aviões deverão ser entregues entre 2009 e 2018 e os outros 3.800 entre 2019 e 2028. No segmento de aviões executivos, a empresa prevê uma demanda mundial de 11.880 unidades entre 2009 e 2018, o que poderá gerar negócios de aproximadamente US$ 204 bilhões em entregas de novas aeronaves, acrescenta o relatório. Para 2009, a empresa prevê entregar aos seus clientes 270 aviões para os segmentos comerciais, executivos e de defesa e Governo (companhias aéreas estatais e transporte de autoridades). Também planeja investir US$ 450 milhões no próximo ano. As previsões indicam que o segmento de 30 a 60 assentos ficará sob pressão nos próximos cinco anos devido à crise econômica e ao preço do combustível, fatores que forçam as companhias aéreas a revisarem suas estratégias, especialmente na América do Norte. A Embraer também prevê que as emissões de gases serão um dos pontos cruciais que influenciarão no desenvolvimento de aeronaves no futuro, pois hoje mais de 700 unidades de 30 a 120 assentos têm mais de 20 anos e logo deverão ser substituídas - o que resultará em benefícios ambientais significativos, afirmou. Fonte: G1


10/novembro/2008 - Azul vai para os céus com futebol, noticiários e novelas

A Azul Linhas Aéreas iniciará seus serviços em janeiro de 2009 e trará novidades como LiveTV. Ou seja, os passageiros vão poder desfrutar de monitores individuais e também assistir jogos de futebol, novelas, noticiário tanto de canais abertos quanto fechados, a 36 mil pés de altitude. À frente da mais nova companhia aérea do Brasil, o empresário David Neeleman será um dos palestrantes durante a 4ª edição do Congresso Paulista de Jovens Empreendedores da Fiesp, que ocorre dia 17 de novembro, na sede da Federação (Av. Paulista, 1.313). Com vasta experiência no âmbito dos negócios, Neeleman foi fundador da JetBlue Airways, em Nova York e ocupou, nos últimos anos, o cargo de chief executive officer e chairman da empresa norte-americana. Investimentos De acordo com o site da empresa, a Azul prioriza a segurança e por isso já encomendou 76 jatos Embraer 195 – não apenas confortável, o modelo é o mais avançado avião na categoria. As aeronaves serão equipadas com dispositivos modernos, como o HUD (Head Up Displays) e permitirão o aumento na segurança operacional, especialmente em condições de baixa visibilidade. O investimento da Azul Linhas Aéreas Brasileiras pode chegar a US$ 3 bilhões e terá sua sede em São Paulo. Fonte: Adnews


09/novembro/2008 - Mooney encerra a produção

A mais recente escala da Bruxa da Recessão foi em Kerrville, no Texas, Estados Unidos. A Mooney anunciou na quarta-feira que encerrará a produção de aeronaves, enquanto tenta vender seu estoque em um mercado em forte declínio... e menos aviões sendo produzidos significa que menos trabalhadores serão necessários para construí-los. A produção da Mooney, que demitirá 229 empregados estava fabricando 100 aviões por ano. O fim da produção foi anunciado em uma semana em que a Grob Aerospace declarou a sua insolvência e a Cessna e a Hawker Beechcraft anunciaram cortes na produção e na força de trabalho. Fonte: Jetsite


08/novembro/2008 - Airbus prevê queda expressiva nas encomendas em 2009

O diretor operacional da Airbus, John Leahy, disse que a fabricante de aviões européia prevê um declínio substancial do número de encomendas novas no próximo ano, por causa da desaceleração econômica global, que já resultou em alguns cancelamentos e adiamentos de encomendas. Leahy disse a jornalistas, no entanto, que a expectativa de desaceleração das encomendas não deverá prejudicar suas entregas para o próximo ano, porque o grupo tem um grande número de pedidos em carteira, e já está completo até 2011. A Airbus disse que tinha cerca de 3,7 mil jatos sob encomenda em outubro, incluindo as cerca de 850 encomendas recebidas este ano. "Não precisamos de muitas encomendas no ano que vem", disse Leahy, acrescentando que alguns cancelamentos e adiamentos seriam necessários para aliviar a situação de excesso de encomendas da companhia. O executivo disse que a fabricante já recebeu cancelamentos de cerca de 100 encomendas neste ano até o momento, mas nenhum deles inclui uma operadora asiática. A companhia havia dito que planejava elevar a produção em quase 20% durante os próximos dois anos, mas agora fará uma pausa nesse aumento e irá reavaliar os planos no primeiro semestre do ano que vem. O grupo manterá sua taxa de produção de 36 unidades da família A320 por mês até 2010, ante à previsão anterior de aumento para 40. Leahy disse que não há planos de demissões. As informações são da Dow Jones. Fonte: Agência Estado


08/novembro/2008 - Embraer entrega primeiro jato Embraer 190 à KLM Cityhopper

A Embraer entrega hoje o primeiro jato EMBRAER 190 à KLM cityhopper, companhia aérea regional subsidiária da KLM, em cerimônia que acontecerá na sede da Embraer, em São José dos Campos, Estado de São Paulo. O negócio com a empresa aérea holandesa foi anunciado em agosto de 2007 e inclui dez ordens firmes e mais nove opções para o EMBRAER 190. "É uma satisfação entregar o primeiro jato EMBRAER 190 à KLM cityhopper e uma grande honra ver esta empresa fazer parte do Grupo Air France/KLM e voar os E-Jets da Embraer com as suas cores, tal como a Régional, da França", disse Mauro Kern, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. "A KLM cityhopper é um braço importante da KLM que atende à uma grande parte da competitiva rede européia da empresa. Estamos muito orgulhosos em ver nossos aviões desempenhando esta importante tarefa." O EMBRAER 190 da KLM cityhopper tem 100 assentos, distribuídos confortavelmente em uma cabine de classe única. A primeira aeronave entrará em operação para iniciar o processo de substituição dos Fokker 100 mais antigos, visando melhorar o desempenho operacional e facilitar a manutenção. "Estamos muito contentes por receber nosso primeiro jato EMBRAER 190 e damos as boasvindas a esta aeronave à malha aérea européia da KLM", disse Michel Coumans, Diretor da KLM cityhopper. "Este avião nos permitirá melhorar nosso desempenho operacional na Europa oferecendo um produto superior para os nossos clientes e reduzindo consideravelmente as emissões de gases poluentes." Fonte: Pindsvale


08/novembro/2008 - Passagens aéreas brasileiras estão entre as mais caras do mundo

O combustível de aviação caiu de preço, mas no Brasil as passagens aéreas ainda estão entre as mais caras do mundo. E as promoções desapareceram do mercado. Quem está acostumado